9 de novembro de 2012

CONVITE LANÇAMENTO DO LIVRO FEMININOS DO POETA ANTONIO BARROS É NESTA SEGUNDA





Antônio Barros - poeta
 
 
 
Primeiro áudio-livro ilustrado do poeta Antonio Barros,

“FemininoS” será lançado dia 12 de novembro,

Inovando o mercado editorial  

 

Um livro de poesias publicado com duas estruturas editoriais simultâneas na mesma obra: em áudio(por meio de canções e poemas recitados, gravados em CD) e em forma de encarte ilustrado por obras de arte, com impressão em papel cartonado. Este é o conceito inovador do audiolivro “FemininoS”, primeiro lançamento do poeta Antonio Barros, pseudônimo do enófilo e empresário niteroiense Luiz Barros, diretor da distribuidora de vinhos Cais de Icaraí. A obra literária sonora e ilustrada chega ao mercado na próxima segunda-feira, 12 de novembro de 2012, quando o autor vai brindar os convidados com um Vin D’Honneur, das 19h às 22h, na Casa da Amizade - Rua Murilo Portugal, 1130 – São Francisco – Niterói.

Inovação no mercado editorial niteroiense: 2 em 1




 

“A idéia inicial de produzir um livro de poesias deu lugar à produção de um áudio-livro ilustrado que contém simultaneamente poesia, música e imagens. A base da obra são 34 poesias: 33 de minha autoria – das quais sete foram musicadas, enquanto outras 26 são declamadas por mulheres que fazem parte da minha vida. A 34ª poesia é de autoria de meu pai, Affonso Barros, a quem presto uma homenagem; esta, eu mesmo fiz questão de recitar”, explica Barros. Para cada uma das 34 poesias foi criada uma obra de arte visual bidimensional exclusiva, conteúdo que deu origem a um encarte composto por 34 lâminas cartonadas, impressas em cor, medindo 10 cm de largura por 15 cm de altura cada, com impressão em frente e verso, sendo de um lado uma poesia e do outro uma obra de arte. Para dar conta de acolher todos os elementos que integram o produto, a opção foi utilizar uma caixa de DVD, na qual, além de um Compact Disc com todo o conteúdo sonoro do áudio-livro, também estão encartadas as 34 lâminas cartonadas. Desse modo, com um produto tanto em áudio quanto impresso, minha poesia pode ser ouvida – no carro, em casa, em todo lugar – como também pode ser lida e, as imagens, contempladas. E, ainda, cada lâmina poético-artística pode ser um presente, por exemplo...”, prossegue o autor.

Produto genuinamente niteroiense

Toda a produção de “FemininoS” é genuinamente niteroiense. “Para criar as obras de arte que ilustram o audiolivro e também para elaborar toda a programação visual da obra, convidei a artista plástica niteroiense Teresa Moura. As músicas são interpretadas pela cantora niteroiense Gisela Peçanha. O conteúdo em áudio registrado no CD é resultado de mais de um ano de trabalho no estúdio Upside, do violonista niteroiense Mauro Costa Júnior. E, o fato de a obra estar contida em um audiolivro – que torna minha obra acessível e acessável para todas as pessoas – é resultado da parceria com a niteroiense Verônica Mattoso, jornalista, produtora de eventos e Mestre em Ciência da Informação, a quem fiz o convite para cuidar da Acessibilidade em Arte para pessoas com deficiência visual”, complementa Antonio Barros. 

Obra acessível e acessável para todos

A fim de tornar todas as ilustrações de “FemininoS” acessíveis e acessáveis também para pessoas com deficiência visual, após o lançamento do audiolivro, será produzida uma exposição de artes homônima, aberta a público, com entrada franca, quando todas as 34 obras de arte serão expostas com áudio-descrição. Por ora, como o primeiro passo para contribuir para o acesso das pessoas com deficiência visual a conteúdos imagéticos relativos à obra, estarão disponíveis na FAN PAGE do livro, a áudio-descrição das imagens da capa, da contra-capa, da lombada e da parte interna da caixa do audiolivro,  incluindo a imagem de identificação do CD.

Mecenato Acadêmico: outra inovação

Parte da renda obtida com as vendas de “FemininoS” será revertida para Mecenato Acadêmico em pesquisas desenvolvidas em Informação em Arte para pessoas com deficiência visual, iniciativa que já vem sendo desenvolvida há anos por alguns artistas e empresas, entre as quais a Cais de Icaraí, contribuindo para a Pesquisa-Ação desenvolvida para a dissertação de Mestrado de Verônica Mattoso (Referência anexa). Na semana de lançamento, “Femininos” chega ao mercado com o preço promocional de R$ 35,00 (trinta e cinco reais).  

Após o lançamento, pode ser adquirido por meio de contato a partir da Fan Page da obra em

http://www.facebook.com/antoniobarrosnetto .

 

REFERÊNCIA ACADÊMICA:

MATTOSO, Verônica de Andrade. Ora, direis, ouvir imagens? Um olhar sobre o potencial informativo da áudio-descrição aplicada a obras de artes visuais bidimensionais como representação sonora da informação em arte para pessoas com deficiência visual. Orientadora: Lena Vania Ribeiro Pinheiro. Rio de Janeiro, 2012. 187 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2012. 

SERVIÇO:

Lançamento “Femininos” – audiolivro de Antonio Barros : música, poesia e imagens - Dia 12 de novembro de 2012 – 19h às 22h – Casa da Amizade (Rua Murilo Portugal, 1130 – São Francisco – Niterói)

CONTATOS PARA ENTREVISTAS:

Autor: Luiz Antônio Barros 9602-6519  
luiz.barros@caisdeicarai.com.br ;
caisdeicarai@gmail.com ;
Artista Plástica convidada:
Ilustração e Programação Visual:
2287-0947 ou 8888-0057  teresa@netfly.com.br ; 
Consultoria em Acessibilidade:
Verônica Mattoso: 7816-4768  veronicamattoso@uol.com.br





CONVITE


 
 
 
 
 
CAROS LEITORES FOCULISTAS
 
VOCÊS ESTÃO CONVIDADOS
 
VAMOS PRESTIGIAR
 
ESSE GRANDE MOMENTO CULTURAL
 
EM NOSSA CIDADE.
 
 
(clicar na imagem para ampliar)
 

7 de novembro de 2012

NOVAS INFORMAÇÕES SOBRE TEIXEIRA E SOUSA - ESCRITOR CABO-FRIENSE

TEIXEIRA E SOUSA - ESCRITOR



A pesquisadora Rose Fernandes. Depois de muito trabalho, dedicação e interesse. descobriu, através de um documento encontrado no Arquivo da Arquidiocese de Niterói, que a data do nascimento de Teixeira e Sousa, primeiro romancista brasileiro a publicar um livro, “O Filho do Pescador”, não é dia 28 de março de 1812 e sim dia 30 de março do mesmo ano. Além disso, Teixeira e Sousa, segundo o documento, ele não era filho de pai português, mas sim de pais, ambos,  pardos forros (livres).
 
 
 
 
A pesquisadora descobriu esses dados no registro de batismo de Teixeira e Sousa (9 de abril de 1812), que equivalia à época, à certidão de nascimento. O padrinho do escritor foi Antônio de Souza, do qual recebeu o nome, um costume muito comum na época. O padrinho não esteve presente à cerimônia, mas foi representado por procuração e foi batizado pelo padre coadjutor Caetano Pires Gameiro.
 
 
Rose Fernandes - pesquisadora
 
Ao fazer tal descoberta, Rose encaminhou ao secretário de Cultura, José Correia, uma cópia do documento transcrito para que fosse publicado:

- Teixeira e Sousa é hoje para Cabo Frio um ícone que além de ser reconhecido pela sua obra literária, foi um homem de conhecimento e cultura, tendo o privilegio de ocupar o cargo de escrivão da Primeira Vara de Juiz do Comércio da Corte, em 1855, aos 43 anos, pois ser escrivão, à época, era um dos cargos mais almejados e melhor remunerado, normalmente ocupado pelos brancos. Ele conquistou esse lugar graças à sua capacidade intelectual sim, mas também por influência de cabo-frienses com certa influência política na Corte. A busca deste documento começou em 2010 e somente há uns 15 dias conseguiu dar minha parcela de contribuição para as comemorações dos 200 anos de Teixeira e Sousa – afirma Rose.
 
José Correia - Sec. Cultura  e Rose Fernandes
exibem a certidão original de Teixeira e Sousa
 
Para o secretário de Cultura José Correia, essa descoberta vai gerar desdobramentos:
- Sugiro que a Semana Teixeira e Sousa. que acontece todo ano, de 21 a 28 de março, passe a ter mais dois dias de comemoração e só termine no dia 30 de março, dia em que o escritor nasceu, e que viemos saber agora, ao invés de terminar no dia 28 – afirmou.



primeiro romance de
Teixeira e Sousa
 
O Filho do Pescador, de Teixeira e Souza (1843), é uma obra de ficção em prosa, nitidamente influenciada pelos folhetins franceses que haviam se tornado modismo em vários jornais brasileiros. O romance teve mais duas edições até 1859. O romance trata do drama amoroso entre uma mulher, chamada Laura, e um filho de pescador, chamado Augusto. O romance tem como ponto de partida um naufrágio ocorrido na deserta e esquecida Praia de Copacabana. Resgatada da morte por Augusto, a bela mulher enfeitiçará, o seu ingênuo salvador.

Ao dar início em sua obra, através de uma das faces de um naufrágio, Teixeira e Souza, segundo a maioria dos críticos, conquista o mérito de ser o iniciador definitivo do romance brasileiro, porque foi o primeiro a dar lugar de destaque as particularidades do nosso ambiente, tanto na utilização das personagens, como na representação das paisagens, como na caracterização dos costumes brasileiros. O seu romance é feito do que é comum a todos os grandes gêneros populares de sua época, como por exemplo: sentimentalismo, prolixidade, lágrimas linguagem retórica e chapada, situações falsas, pieguice, emoções baratas, suspense e reviravolta, ausência de tipos e personagens definidos e etc. É importante ressaltar que são formas estilísticas inerentes ao gênero e não imperfeições, como querem alguns críticos apontar.

No romance de Teixeira e Souza, a unidade da trama ou do enredo é assentada fundamentalmente num drama amoroso. O romance começa a ser dramatizado no seio da comunidade de pescadores. Uma classe que não costumava aparecer no Romantismo. O autor interiorano trabalha com as figuras populares que fazem parte do bucólico universo das praias e dos rochedos do litoral brasileiro, onde o mar sussurra os seus desejos incontidos. Uma parte desse mundo afastada, feita de canoas, redes e heróicos salvadores de naufrágios, Teixeira e Souza procurou utilizar para ambientar o início de seu romance de pura sentimentalidade.

A forma como Teixeira e Souza narra o seu romance, é decorrente dos cuidados tomados diante o público leitor brasileiro incipiente. É nesse contexto que O Filho do Pescador vem ao mundo, pois consciente da deficiência e do despreparo de seus leitores, o escritor utiliza estratégias narrativas voltadas para que a leitura, não seja posta de lado. São recursos, que representam um narrador que “tutela seu leitor de modo paternalista”, a exemplo das explicações constantes e retrocessos no relato para lembrar acontecimentos passados. Em suma, recorre às repetições, “numa recorrência configuradora de quadros e situações para aqueles leitores apenas alfabetizados, que eram maioria”.

O romancista não chega a definir personagens a rigor, o que apresenta são representações de vícios e virtudes, onde ocorre o velho embate entre o bem e o mal, em que vence o bem e a verdade, depois das passageiras vitórias do mal e da mentira. O maniqueísmo com a vitória dos bons sentimentos e da virtude e a simplificação na caracterização dos personagens, é um dos cacoetes estilísticos da ficção em série, ou seja, em fatias seriadas.
 
 

 
Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa - nasceu em Cabo Frio, 30 de março de 1812 — Rio de Janeiro, 1 de dezembro de 1861) foi um escritor brasileiro. É o autor do primeiro romance romântico brasileiro, intitulado O filho do pescador.
Por alguns anos exerceu este ofício no Rio de Janeiro, para onde viera de Itaboraí com o fim de nele aperfeiçoar-se. Cinco anos depois regressou à terra natal. Tinham-lhe morrido os quatro irmãos mais velhos. Aos vinte anos achou-se só no mundo, com escassíssimos bens que herdara do pai. Voltou aos estudos com o mesmo mestre, o cirurgião Inácio Cardoso da Silva, professor em Cabo Frio, e também poeta, cujos versos Teixeira e Sousa mais tarde reuniu e publicou. Em 1840 voltou ao Rio de Janeiro.

Obras

  • Cornélia, 1840 - tragédia
  • Cânticos líricos, 1841-1842
  • O filho do pescador, 1843 - romance
  • Os três dias de um noivado, 1844 - poema
  • Tardes de um pintor ou As intrigas de um jesuíta, 1847 - romance
  • A Independência do Brasil, 1847-1855 - poema
  • Gonzaga ou A Conjuração de Tiradentes, 1848-1851 - romance
  • A Providência, 1854 - romance
  • O cavaleiro teutônico ou A freira de Mariemburg, 1855 - tragédia em verso
  • As fatalidades de dous jovens (Recordações dos tempos coloniais), 1856 - romance
  • Maria ou A menina roubada, 1859 - romance
  • Os Gênios - alguns episódios
  • Canto inaugural por ocasião da elevação da estátua do Imperador Dom Pedro I - inédito
  • Paulina e Júlia - inédito.


SAIBA MAIS ACESSE O SITE:

FONTES:

http://www.cabofrio.rj.gov.br/detalhenoticia.aspx?id=1eae933d-0bd3-4557-aeee-b067d424fb02

http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/resumos_comentarios/o/o_filho_do_pescador



6 de novembro de 2012

CONVITE PARA O GIRO CULTURAL MÊS DE NOVEMBRO DE 2012


 

 
 
No próximo sábado, dia 10, será realizada a 12ª edição do Giro Cultural, evento onde o público pode conferir uma programação gratuita em um circuito feito a pé pelas ruas do Centro de Niterói.
Na ocasião, haverá o relançamento do livro Puxando Conversa, de Gilson Rangel Rolin, e uma apresentação da peça infantil O Casamento da Dona Baratinha.

Manhã de autógrafos do livro de contos Puxando Conversa, de GilsonRangel Rolin, e encenação de peça infantil são as atrações da programação
 
 
O percurso cultural começará às 10 horas da manhã na Livraria Ideal, onde o escritor Gilson Rangel
Rolin irá relançar o livro Puxando Conversa.
Gilson Rolim - escritor
 
 

A publicação reúne uma série de contos com histórias diversas. Segundo o autor, “tudo escrito no livro é ficção, mas eventualmente colocamos coisas que vivemos ou pensamos”.
Gilson já escreveu nove livros e é um frequentador do Giro. “Todo esforço no sentido de incentivar a cultura eu aplaudo.
Na última edição até comprei um exemplar do livro do Carlos Wehrs”,conta o autor que utiliza todo o dinheiro arrecadado com a compra de sua obra em prol de uma causa beneficente diferente.
A partir do meio dia será a vez das crianças. A ArteCorpo Teatro e Cia irá encenar o clássico infantil O Casamento da Dona Baratinhana Sala de Cultura Leila Diniz.
A produtora e atriz da companhia, Raquel Palmeirim, fala sobre o diferencial da peça apresentada pelo grupo. “Nós fizemos esta montagem poucas vezes.
A história é contada de forma divertida, com humor para as crianças e com uma parte crítica para os adultos em subtextos.
Procuramos trazer uma linguagem que atraia os dois públicos, para que os pais sintam prazer em levar seus filhos para assistir à peça”, relata Raquel.
 

CONVITE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE NITERÓII




 
CONVITE
 
 



INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE NITERÓI - IHGN
tem a satisfação de convidar seus Membros e Amigos
para a próxima Sessão mensal
a realizar -se no dia 8 de novembro de 2012 (5ª-feira),
às 17 horas e 30 minutos,
no Auditório Amaury Pereira Muniz,
da Secretaria Municipal de Educação, na Rua Visconde de Uruguai, 414 
 Centro - Niterói - RJ,
ocasião em que será instalado o Ano Brasil-Portugal
 com a conferência do Doutor



António Peña Loulé


 
Vice-Presidente do Real Gabinete Português de Leitura
e Governador do Distrito 08 do Elos
Internacional da Comunidade Lusíada, intitulada:

 
A Língua Portuguesa no Mundo.




 
António da Silva Peña Loulé

nasceu em Olhão – Algarve - Portugal

Profissão: Administrador de Empresas


Nacionalidade: Portuguesa “Com Igualdade de Direitos Civis e Políticos no Brasil” - Portaria nº 930 de 25 de outubro de 1985 do Senhor Ministro da Justiça.

Endereço: Rua Evaristo da Veiga, 83/806 - Centro,
Rio de Janeiro, RJ - CEP 20031-040

Correio Eletrônico: antonioloule@oi.com.br



 
Franci Machado Darigo

gestão 2012
Presidente
 
 

JORNADA LITERÁRIA SOBRE D. MIGUEL UNAMUNO NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

 
 
CONVITE
 
 
 
 
 

Academia Brasileira de Letras

e o Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de

Salamanca realizam Jornada Literária sobre o filósofo

 espanhol Miguel de Unamuno

 
 
 
A Academia Brasileira de Letras e o Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Salamanca, da Espanha, realizarão, com a participação de Acadêmicos, entre eles a Presidente da ABL, Ana Maria Machado, e escritores e autoridades espanholas, entre elas o Diretor do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Salamanca, Gonzalo Gómez Dacal, Jornada Literária sobre o escritor, poeta e filósofo espanhol Miguel de Unamuno. O evento está programado para o dia 7 de novembro, quinta-feira, no Teatro R. Magalhães Jr., na sede da ABL, Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Centro, Rio de Janeiro. As conferências começarão às 14 horas e serão abertas ao público.

Da jornada participarão brasileiros e espanhóis integrados nas atividades programadas para todo o dia. A abertura terá a Presidente da Academia, Acadêmica Ana Maria Machado, responsável pela apresentação, juntamente com o Diretor do Centro de Estudos Brasileiros, Doutor Gonzalo Gómez Dacal. A programação da jornada é a seguinte: 12 às 14 horas – Reunião de trabalho e almoço; 14 às 16 horas – Primeira sessão, coordenação do Acadêmico Evanildo Bechara, apresentação da Presidente da ABL, Acadêmica Ana Maria Machado, e do Diretor do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Salamanca, Doutor Gonzalo Gómez Dacal, e as participações da Professora Doutora María Isabel Toro Pascua e do Acadêmico Marco Lucchesi; das 16 às 17h30min – Segunda sessão, coordenação da Acadêmica Nélida Piñon e participações do Professor Doutor Gonzalo Gómez Dacal e do Acadêmico Eduardo Portella.

 

Miguel de Unamuno


Miguel de Unamuno y Jugo foi um escritor, poeta e filósofo espanhol. Nasceu em Ronda del Casco Viejo (Bilbao) e faleceu em Salamanca. É considerado a figura mais completa da Generación del 98, um grupo constituído por nomes como Antonio Machado, Azorín, Pío Baroja, Ramón del Valle-Inclán, Ramiro de Maetzu, Angel Ganivet, entre outros. Estudou na Universidade de Madri onde formou-se no curso de Filosofia e Letras e, mais tarde, obteve a cátedra de grego na Universidade de Salamanca. Dez anos depois, foi nomeado reitor da Universidade Salmantina. Destacou-se, também, pelos sucessivos ataques à monarquia de Afonso XIII, de Espanha. De 1926 a 1930, viveu no exílio, primeiro nas Ilhas Canárias e, depois, na França, de onde somente voltou depois da queda do General Primo de Rivera. Mais tarde, o General Francisco Franco afastou-o novamente da vida pública, por causa das críticas contundentes feitas ao General Millán Astray, acabando por passar seus últimos dias de vida numa casa em Salamanca.


 
Miguel de Unamuno
 
 
 
VAMOS PRESTIGIAR
ESSE GRANDE MOMENTO CULTURAL
 
ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
RUA PRES. WILSON, 230 - CASTELO
RIO DE JANEIRO - RJ
 

CULTURA EM AÇÃO

 
 
CONVITE PARA O
 
CULTURA EM AÇÃO
 
TRAZENDO CULTURA ATÉ VOCÊ
 
VEJA A PROGRAMAÇÃO
 
NO BANNER
 
(CLICAR PARA AMPLIAR A IMAGEM)
 
 

 

DIA NACIONAL DA CULTURA - CELEBRAÇÃO DO CENTENÁRIO DE ALBERTO FRANCISCO TORRES

 
 
banner do TMN
 
Foi belíssima, grandiosa, exemplar... A celebração em comemoração ao Dia Nacional da Cultura -  comemorativo ao  centenário do jornalista Alberto Francisco Torres, uma das maiores personalidades que os niteroienses já conheceram, mérito esse devido aos seus grandes feitos pela a cultura, que hoje tornaram símbolos e valores históricos culturais na cidade.

As comemorações foram idealizadas e realizadas  pelas as Academia Fluminense de Letras (AFL) na pessoa do Dr. Waldenir de Bragança e acadêmicos.

Cenáculo Fluminense de História e Letras (CFHL) presidente Julio Cezar Vanni e acadêmicos.

Academia Niteroiense de Letras (ANL), Presidente Márcia Pessanha e Acadêmicos.

Associação Niteroiense de Editores de Livros (ANEL), Presidente Luiz Erthal.

E mais, Associação Niteroiense de Escritores (ANE) e a Escola Municipal Alberto Francisco Torres,  Com o apoio do jornal O Fluminense - Jornalista Fernando Aviz e jornalistas.

O grandioso evento foi comemorado no Teatro Municipal de Niterói, com sorteio de livros e apresentação da Banda Municipal Santa Cecília e do Coral ASPI - UFF.

A programação começou às 16 horas no pátio do teatro, com exposição de livros e autógrafos de autores fluminenses - Coordenação  ANEL.

Às 17 horas. Aconteceu a abertura oficial da solenidade com a execução do Hino Nacional e do Hino do Estado do Rio de Janeiro e números musicais variados, pela Banda Municipal Santa Cecília - Com a regência do Maestro José Bernardo de Souza. Apresentação do Coral da ASPI - UFF, regência do Maestro Joabe Ferreira. E Projeção "Celebrando o Centenário de Alberto Francisco Torres", pelos integrantes da Escola Municipal Alberto Francisco Torres.

18h30m - Encerramento e confraternização.

O Focus Portal Cultural esteve presente ao evento e trouxe as imagens para você que não teve a oportunidade de está presente. Confira abaixo do perfil de Alberto Francisco Torres.
 
Alberto Francisco Torres
 



Alberto Francisco Torres nasceu em Niterói no dia 9 de setembro de 1912. Cursou o primário em escolas públicas da cidade e no Colégio Brasil. No Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, concluiu o ensino secundário. Na então capital, estudou na Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e formou-se bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Atuou como advogado em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Rio Bonito. Lecionou na Universidade Católica de Petrópolis e ainda foi conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil. Casou-se com Dolores Brochado Torres com quem teve uma filha, Nina Rita Torres.
Homenageado diversas vezes, recebeu várias condecorações como as do Mérito Naval e de Tamandaré, o Colar do Mérito Judiciário; as medalhas João Mangabeira, do Instituto dos Advogados do Brasil e Mérito Educacional, entre outras. Ele foi membro da Academia Fluminense de Letras e Membro do Conselho Universitário da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Participou ativamente da política e desempenhou ainda as funções de secretário estadual de Educação e chefe de gabinete do Ministério da Educação na gestão de Brígido Tinoco, no governo de Jânio Quadros.

 
SEQUENCIAL DE IMAGENS DO EVENTO - DIA NACIONAL DA CULTURA 
 
 
gôndola com livros de escritores flumenenses
 


aglomeração de personalidades
em frente ao Teatro Municipal de Niterói


platéia presente



Nilton, Carlos Mônaco, Labouré Lima, Marcia Pessanha.
 
 



Momento que Waldenir de Bragança
momento em que inicia o evento
 
Maestro José Bernardo
e a Banda Municipal Santa Cecília


personalidades representando suas entidades

 
 
Nina Rita Amora
assiste atentamente a apresentação
 

imagem do teto do TMN

Maestro Joabe Ferreira
 



Coral da ASPI - UFF
momento da apresentação



 



SEQUENCIAL DE IMAGENS DA PROJEÇÃO
DOS INTEGRANTES DA ESCOLA MUNICIPAL
 ALBERTO FRANCISCO TORRES








 









 


Nina Rita Amora e Alexandre Torres
filha e neto de Alberto Francisco Torres
 
Nina Rita recebe flores e abraços das
personalidades fluminenses

Nina Rita Amora
emocionada agradece a comemoração
ao  Alberto Francisco Torres
 
Nina Rita  Amora
agradecendo a homenagem
(foto de Aldo Pessanha)

Nina Rita Amora
recebe flores das autoridades presentes
(foto de Aldo Pessanha)

Luiz Erthal - editor da Nitpress
sorteia livros para todo os presente



o quinteto são personalidades em destaque
no mundo cultural fluminense
(da esquerda para direita)
Waldenir Bragança, Roberto Santos, Carlos Mônaco
Luiz Erthal e Alberto Araújo
 
Célio Erthal, Nina Rita e Alexandre Torres

 
gôndola com livros de escritores fluminenses
pela Editora Nitpress - Luiz Augusto Erthal
 
acesse o site da editora Nitpress
e veja lançamentos de livros
 
clicar aqui
 
 
 
sequencial de imagens do encerramento
-confraternização-
 
 
 

 
Nilton e Eneida Barros

 Eneida Barros, Marcia Pessanha e Franci Darigo
brindando em momento de confraternização
 
 Teatro Municipal de Niterói
(local do evento)