1 de novembro de 2012

PROGRAMAÇÃO ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS

 
 
 
ASSISTA AO FILME DA
 
PROGRAMAÇÃO DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS
 
BASTA CLICAR NO VÍDEO...
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
Academia Niteroiense de Letras (ANL)
Programação para novembro de 2012
 
Dia 7 - quarta-feira
Ciclo de Palestras
Palestrante: Cristiana Seixas
“Biblioterapia”
17h / gratuito
Sede da ANL
Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro
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14 – quarta-feira
Projeto “Música na Academia”
Palestrante: Lauro Gomes de Araújo
“Música no cinema”
Participação de Oswaldo Siqueira e Sandro Rebel
17h / gratuito
Sede da ANL
Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro
_______________________________
21 – quarta-feira
“Ciclo de Palestras”
Palestrante: Luzia Velloso
“Artimanhas da arte”
17h / gratuito
Sede da ANL
Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro
_____________________________
Dia 28 – quarta-feira
Projeto “Conversa Literária”
Mediador: Gilson Rangel Rolim
Entrevistado: Luiz Antônio Barros
17h / gratuito
Sede da ANL
Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro
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26 de outubro de 2012

MILTON NASCIMENTO FAZ 70 ANOS DE VIDA HOJE 26 DE OUTUBRO. PARABÉNS BITUCA...


O cantor Milton Nascimento irá comemorar seu aniversário em Pirenópolis (GO). O artista, que completa 70 anos de idade nesta sexta-feira (26/10), visita a cidade neste fim de semana para participar do festival de música Canto da Primavera. Ele será o responsável pelo show de encerramento do evento, que acontece no domingo (28), às 20h30, no Campo das Cavalhadas.
No sábado, Milton recebe alguns familiares e amigos na pousada em que estará hospedado para celebrarem a data.



 
Milton Nascimento (Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1942) É um cantor e compositor brasileiro. Reconhecido mundialmente como um dos mais influentes e talentosos cantores e compositores da Música Popular Brasileira. Mineiro de coração, ele tornou-se conhecido nacionalmente, quando a canção "Travessia", composta por ele e Fernando Brant, ocupou a segunda posição no Festival Internacional da Canção, de 1967. Tem como parceiros e músicos que regravaram suas canções, nomes como: Wayne Shorter, Pat Metheny, Peter Gabriel, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Elis Regina. Em 1998, ganhou o Grammy de Best World Music Album in 1997. Foi nomeado novamente para o Grammy em 1991 e 1995.
Milton já se apresentou na América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África. Também conhecido pelo apelido de Bituca. Nasceu no Rio de Janeiro, filho de Maria Nascimento, uma empregada doméstica muito humilde, que foi mãe solteira. Tentou criar Milton, o registrou e o levou para a casa dos patrões, mas foi demitida e viu que não poderia criá-lo tamanha miséria a qual vivia. Sofrendo muito, entregou o filho para um casal rico criar. Milton, então, foi adotado. Sua mãe adotiva, Líliam Silva Campos, era professora de música. O pai adotivo, Josino Campos, era dono de uma estação de rádio. Mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais, antes dos dois anos e aos treze anos já cantava em festas e bailes da cidade.


Ouça abaixo a música "Nos Bailes da Vida" 
 
 

 


 

 
Gravou a primeira canção, Barulho de trem, em 1962. Em Três Pontas, integrava, ao lado de Wagner Tiso, o grupo W's Boys, que tocava em bailes. Mudou-se para Belo Horizonte para cursar Economia, onde, tocando em bares e clubes noturnos, começou a compor com mais frequência; datam dessa época as composições Novena e Gira Girou (1964), ambas com Márcio Borges.
 
Clube da Esquina
 
Na pensão onde foi morar na capital, no Edifício Levy, Milton conheceu os irmãos Borges, Marilton, Lô e Márcio. Dos encontros na esquina das Ruas Divinópolis com Paraisópolis surgiram os acordes e letras de canções como Cravo e Canela, Alunar, Para Lennon e McCartney, Trem azul, Nada será como antes, Estrelas, São Vicente e Cais. Aos meninos fãs do The Beatles e do The Platters vieram juntar-se Tavinho Moura, Flavio Venturini, Beto Guedes, Fernando Brant, Toninho Horta. Em 1972 a EMI gravou o primeiro LP, Clube da esquina, que era duplo e apresentava um grupo de jovens que chamou a atenção pelas composições engajadas, a miscelânea de sons e riqueza poética. O Clube da esquina escreveu um dos mais importantes capítulos da história da MPB. Chamou a atenção dos músicos brasileiros e estrangeiros, dada a sua ousadia artística e criatividade inovadora.
Quando do lançamento, a crítica especializada não teve a capacidade de entender o que estava acontecendo e fez comentários severos a respeito da obra. Pouco tempo depois o disco teve reconhecimento internacional e ganhou o prestígio merecido aqui no Brasil também. O álbum virou disco de cabeceira de músicos no mundo inteiro, tornando-se referência estilística e estética da música contemporânea, e levou Milton Nascimento a ser convidado por Wayne Shorter a gravar um disco com ele, em 1975. O disco chamava-se Native Dancer e serviu para projetar Milton de uma vez por todas no mercado norte-americano.


Em 1966 Milton escreveu, em parceria com César Roldão Vieira, as músicas para a peça infantil "Viagem ao Faz de Conta" de Walter Quaglia. EM 1967, segundo o trecho da contracapa do disco Milton e Tamba Trio: Milton Nascimento entrou no estúdio acompanhado pelo 'Tamba Trio', no Rio de Janeiro, em 1967, para gravar seu primeiro disco. O encontro de 'Milton & Tamba' com os arranjos de Luizinho Eça fazem de 'Travessia' um álbum definitivo e eternamente moderno. No mesmo ano, a composição Canção do Sal foi gravada por Elis Regina. A convite do músico Eumir Deodato, gravou um LP nos Estados Unidos (Courage), onde se destacam Catavento e uma versão de Travessia chamada Bridges. Em 1970 realiza temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo com o conjunto Som Imaginário, destacando-se desse período Para Lennon e McCartney (1970, com Fernando Brant, Márcio Borges e Lo Borges) e Clube da Esquina. No disco Sentinela (1980), foi um grande sucesso a composição Canção da América. No ano seguinte, estourou a canção Caçador de Mim (uma composição de Luiz Carlos Sá e Sergio Magrão). Também participou e compôs a trilha sonora de filmes como Os Deuses e Os Mortos (1969, direção de Ruy Guerra), e Fitzcarraldo (1981, direção de Werner Herzog).

Entre outros sucessos, destacam-se Maria, Maria (1978, com Fernando Brant), e a interpretação de Coração de Estudante (Wagner Tiso), que se tornou o hino das Diretas Já (movimento sócio-político de reivindicação por eleições diretas, 1984) e dos funerais de Tancredo Neves (1985). Posteriormente, a Canção da América, que versa sobre a Amizade, foi o tema de fundo dos funerais de Ayrton Senna (1994).

O Grande Circo Místico

Originalmente idealizado para a montagem do ballet teatro do Balé Teatro Guaíra (Curitiba, 1982), o espetáculo O Grande Circo Místico foi lançado em 1983. Milton Nascimento integrou o grupo seleto de intérpretes da MPB que viajaram o país durante dois anos apresentando o projeto, um dos maiores e mais completos espetáculos teatrais já apresentados, para uma plateia de mais de 200 mil pessoas. Milton interpretou a canção Beatriz, composta pela dupla Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo conta a história de amor entre um aristocrata e uma acrobata e a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knie, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século.
Nordeste já
Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou no coro da versão brasileira de We are the world, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste já (1985) abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d'água. Elogiado pela competência das interpretações individuais.

 Estilo
O estilo musical de Milton pode ser classificado como Música Popular Brasileira, surgido de um desdobramento do movimento da bossa nova, com fortes influências desta, do jazz, do jazz-rock e de grandes expoentes do rock, como os Beatles, Bob Dylan e com pitadas tanto da música hispano-americana de Mercedes Sosa, Violeta Parra e Victor Jara, quanto dos sons caribenhos de Pablo Milanes e Silvio Rodríguez. Ao mesmo tempo, o estilo de Milton Nascimento não deixa de beber nas fontes regionais brasileiras, nos cantos folclóricos de Minas Gerais e de outros estados
O estilo foi inaugurado com a inesquecível interpretação da canção Arrastão (Edu Lobo / Vinícius de Moraes), pela novata Elis Regina, na estreia do I Festival de Música Popular Brasileira. Até agora,Milton Nascimento já gravou trinta e quatro álbuns. Cantou com dúzias de outros artistas, incluindo Angra, Maria Bethânia, Elis Regina, Gal Costa, Jorge Ben Jor, Caetano Veloso, Simone, Chico Buarque, Clementina de Jesus, Gilberto Gil, Beto Guedes, Paul Simon, Peter Gabriel (com quem co-escreveu a música Breath after Breath do Duran Duran), Herbie Hancock, Quincy Jones, Jon Anderson e Andreas Vollenweider. Elegeu Elis Regina como a grande musa inspiradora para quem compôs inúmeras canções. A filha de Elis, Maria Rita, teve sua carreira catapultada pelo padrinho Milton Nascimento com a participação no álbum Pietá, cantando as faixas Voa Bicho, Vozes do Vento e Tristesse.
Sou fascinado pela minha família, acho que eu não poderia ter tido mais amor, educação e liberdade em nenhuma outra família no mundo. Eles moldaram a minha vida. Meu primeiro instrumento foi uma harmônica dada pela minha avó. Ela me deu um acordeão, e foi aí que minha vida musical começou -  Milton Nascimento.
Em 2010 Milton Nascimento foi o homenageado do Festival Internacional de Corais (FIC) de Belo Horizonte. No encerramento do festival Milton esteve presente e recebeu uma homenagem de mais de mil vozes que cantaram uma composição de Fernando Brant e Leonardo Cunha "A Voz Coral" feita especialmente para o homenageado.
Além disso, neste mesmo ano, o cantor, e padrinho da banda Roupa Nova, Milton Nascimento foi homenageado pelo sexteto carioca em uma participação especial no CD/DVD ao vivo da banda na faixa "Nos Bailes da Vida", de composição de Milton, como forma de agradecimento pelo que ele fez para o grupo durante os 30 anos de carreira, já que ambos vieram de 'bailes'.

Discografia
 
Travessia - Codil, 1967
 Courage - A&M/CTI, 1968
 Milton Nascimento - Odeon, 1969
 Milton - Odeon, 1970
 Clube da Esquina (com Lô Borges) - EMI Odeon, 1972
 Milagre dos Peixes - EMI Odeon, 1973
 Milagre dos Peixes Ao Vivo - EMI Odeon, 1974
 Native Dancer com Wayne Shorter - Columbia, 1974
 Minas - EMI Odeon, 1975
 Geraes - EMI Odeon, 1976
 Milton - A&M, 1976
 Clube da Esquina 2 - EMI Odeon, 1978
 Journey To Dawn - A&M, 1979
 Sentinela - Barclay, 1980
 Caçador de Mim - Ariola, 1981
 Anima - Ariola, 1982
 Missa dos Quilombos - Ariola, 1982
 Ao Vivo - Barclay, 1983
 Encontros e Despedidas - Barclay, 1985
 Corazón Americano - [1986]
 A Barca dos Amantes - Barclay, 1986
 Yauarate - CBS, 1987
 Miltons - CBS, 1989
 Txaí - CBS, 1990
 O Planeta Blue na Estrada do Sol - Columbia, 1992
 Angelus - Warner, 1994
 Amigo - Warner, 1995
 Nascimento - Warner, 1997
 Tambores de Minas - Warner, 1997
 Milton Nascimento 'Crooner' - Warner, 1999
 Gil & Milton (com Gilberto Gil) - Warner, 2000
 Pietà - Warner, 2002
 O Coronel e o Lobisomem, 2005
 Novas Bossas, 2008
 ...E a Gente Sonhando, 2010
 
FONTE:
 
 


VISITE O SITE DO MILTON NASCIMENTO


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http://www.miltonnascimento.com.br/



 

CICLO DE CONFERÊNCIAS DA ABL TRAZ O ACADÊMICO IVAN JUNQUEIRA COORDENANDO "A CRÍTICA SOB SUSPEIÇÃO"

 

 

Acadêmico Ivan Junqueira

coordena na ABL o novo ciclo de conferências

“A crítica sob suspeição?”

 
 
 

A Academia Brasileira de Letras abre seu novo ciclo de conferências, denominado “A crítica sob suspeição?”, coordenado pelo Acadêmico Ivan Junqueira. Ao todo, o ciclo terá apenas duas conferências, e a primeira, denominada “A teoria literária em questão”, será proferida pelo Acadêmico e ensaísta Eduardo Portella. O evento está programado para o dia 30 de outubro, terça-feira, 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., 280 lugares, na sede da Academia, na Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.
 
 
 
Academia Brasileira de Letras - Local do evento
 
 
A segunda palestra será na terça-feira seguinte, dia 06 de novembro, e tem como tema “A crítica literária e a crise do objeto”, com o Acadêmico Alfredo Bosi.
Os Ciclos de Conferências da ABL, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal, têm patrocínio da Petrobras.
 
 
Ivan Junqueira - Acadêmico
 
 
Sexto ocupante da Cadeira nº 27, eleito para a ABL em 19 de março de 1981 – na sucessão de Otávio de Faria e recebido em 18 de agosto do mesmo ano pelo Acadêmico Afrânio Coutinho –, Eduardo Portella nasceu em Salvador (BA), em 08 de outubro de 1932. É Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco.
 
Concomitantemente – como permitia a lei educacional naquele período –, fez estudos em instituições europeias de ensino superior. Em Madri, estudou Filologia, Romanística, Crítica Literária e Estilística com Dámaso Alonso e Carlos Bousoño, e Filosofia com Xavier Zubiri e Julián Marías. Em Paris, frequentou as aulas de Bataillon, no Collège de France. Em Roma, na Faculdade de Letras, assistiu a aulas de Giuseppe Ungaretti, sobre Literatura Italiana. Ao retornar ao Brasil, começou sua colaboração regular de crítico literário no Diário de Pernambuco, pela mão de Mauro Mota. Foi, desde o início, estimulado por Gilberto Freyre. Fez parte do grupo de jovens intelectuais que fundou a Editorial Sagitário. Estreou em livro, em 1953, com Aspectos de la poesía brasileña contemporânea, tese apresentada na I Jornada de Lengua y Literatura Hispanoamericana, em Salamanca.
 
Fez opção pela docência universitária, inicialmente em Madri, na Faculdade de Letras da Universidade Central de Madri. Em Recife, na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Federal de Pernambuco, prosseguindo no Rio de Janeiro, na Faculdade de Letras da UFRJ. Em 1979, foi designado Ministro de Estado da Educação, Cultura e Desportos. E impôs uma posição clara pela abertura, contra a censura e qualquer forma de arbítrio.
 
Em 1988, foi nomeado Diretor Geral Adjunto da Unesco, cargo que ocupou por cinco anos consecutivos. Foi eleito, para o período de 1997-1999, pelo colegiado superior, Presidente da Conferência Geral da Unesco. Coordena, desde 1998, o Comitê Chemins de la Pensée (Unesco-Paris). E foi eleito em 2000, e reeleito em 2003, Presidente do Fond International pour la promotion de la Culture (Unesco-Paris). Dessas funções se desligou em 2009, para se dedicar à edição de suas obras reunidas, publicadas e por publicar.
 
Regressando ao Brasil, e então designado Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, continua ministrando seus cursos na Faculdade de Letras, em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado. É também membro da Academia Brasileira de Educação.
 
 

24 de outubro de 2012

ORQUESTRA DE SOPROS - PROGRAMA APRENDIZ MÚSICA NA ESCOLA NA SALA LEILA DINIZ

 
 
 
 
 
 
Orquestra de Sopros do Programa Aprendiz
se apresenta no
 ‘Concertos na Imprensa Oficial’
14ª edição do evento promete clássicos da música erudita brasileira


O projeto “Concertos na Imprensa Oficial” chega à 14ª edição com a apresentação da Orquestra de Sopros do Programa Aprendiz, nesta quarta-feira,31 de outubro, na Sala de Cultura Leila Diniz, espaço cultural da Nova Imprensa Oficial. O evento, como sempre, é gratuito e realizado na hora do almoço, de 12h30 às 13h30.
Formado por 18 integrantes do Programa Aprendiz – Música na Escola, a Orquestra de Sopros tem
no repertório músicas de compositores como Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, João Lira e Paulo Sacramento.

Sobre o a parceria do Programa Aprendiz, Grace Castro, coordenadora do projeto, destaca: - O objetivo é sócio-pedagógico, uma ação educativa através da música ao mesmo tempo em que torna acessível o ensino para o jovem que faz parte do projeto e para o público que vem assistir. A Imprensa Oficial está contribuindo para facilitar o acesso a cultura sem cobrar nada ao público.
 
O “Concerto na Imprensa Oficial” é resultado da parceria entre a Nova Imprensa Oficial e o Programa Aprendiz – Música na Escola da Secretaria de Cultura de Niterói/FAN. Quem assistir à Apresentação ainda pode aproveitar para visitar a exposição “Portinari com Humor”, que termina dia 31.
 
 
Vamos prestigiar esse grande momento cultural em nossa cidade.
 
 
 



Fonte: SALA DE CULTURA LEILA DINIZ/ IMPRENSA OFICIAL

 

22 de outubro de 2012

CORAL CALÍOPE LANÇA CD COM OBRA "CORAL A CAPELLA DE VILLA-LOBOS", NA CASA FRANÇA-BRASIL DIA 27

 
 
 
 
 
CORAL CALÍOPE
(Foto-Julio Moretzsohn)
 
 
Selecionado pelo maestro Júlio Moretzsohn, o programa enfoca o repertório coral profano da obra do compositor brasileiro, marcado pela incorporação de elementos das culturas indígenas e afro-brasileiras.
 
Júlio Moretzsohn - Maestro

Neste ano em que se comemora o 125° aniversário de Heitor Villa-Lobos, quando homenagens difundem ainda mais sua obra, um lançamento se destaca e joga luz ao vasto e rico repertório para coro a capella do compositor brasileiro. No dia 27 de outubro, às 17h, com repertório minuciosamente selecionado pelo maestro Julio Moretzsohn, será lançado o CD “Villa-Lobos”, pelo selo A CASA, do conjunto vocal Calíope, na Casa França-Brasil. O disco inaugura o projeto “Vozes do Brasil”, do grupo carioca, que busca registrar nos próximos anos a obra coral de compositores brasileiros do século XVIII aos dias de hoje, e se encarrega de destacar a produção de um dos principais expoentes da musica erudita no Brasil e no mundo.

Concebido a partir da lei de incentivo do Ministério da Cultura e da Petrobrás, o programa é composto exclusivamente de obras presentes no CD.

O lançamento - sexto disco do Calíope, com regência de Moretzsohn e gravado no Estúdio Sinfônico da Rádio MEC (RJ) em 2011- reúne peças escritas de 1926 (Na Bahia tem) a 1952 (Lendas Ameríndias em Nhengatú), período em que Villa-Lobos mergulhou seus estudos nas culturas indígenas e afro-brasileiras, compondo uma longa série de obras de concerto de caráter profano para coro a capella. Seu núcleo é constituído pelo variado repertório, elaborado por Villa-Lobos nos anos 30, - destinado à educação musical nas escolas, e à prática do canto orfeônico -, no qual sobressaem duas coleções: o Guia Prático (para corais de alunos) e a “Coleção do Orfeão dos Professores”, com obras mais complexas (peças de concerto e arranjos de temas folclóricos). É a partir de meados dos anos 20, baseado em motivos afro-brasileiros e indígenas, que Villa-Lobos inaugura um período de obra coral a capella de caráter profano, e que culminaria com a Bachiana Brasileira no. 9 -1945.

O repertório deste CD traz arranjos de temas folclóricos destinados ao “Orfeão dos Professores”, como Papae Curumiassu (segundo Villa-Lobos, “uma canção de rede entre os caboclos do Pará”), Remeiro de São Francisco (arranjo para solista e coro a 6 vozes, segundo o próprio um “canto dos mestiços do rio São Francisco da Bahia, recolhido por Sodré Vianna”), Canide Ioune-Sabat (“tema indígena brasileiro recolhido por Jean de Lery”, no século XVI.), Estrela é Lua Nova (para soprano e coro misto a cinco vozes e, segundo Villa-Lobos, sua “ambientação” é um “gênero de Macumba de época passada”), Na Bahia Tem (coro masculino a quatro vozes, baseada em tema “recolhido na Bahia em 1912” pelo próprio), Xangô (para coro misto a cinco vozes, também de “gênero de Macumba de época passada”) e Vira (de 1926, um tema popular português, recolhido por Villa-Lobos, com arranjo para vozes femininas e sopranos solistas que se alternam).

Estão presentes no CD também composições originais, como Bazzum (descrito por Villa-Lobos como “ensaio para a canção popular”, com letra de Domingos Magarinos), As Costureiras (na sua descrição, “uma Embolada”), José (escrita em 1944, baseada no famoso poema “E Agora José?”, de Carlos Drumond de Andrade e dedicada ao Yale Glee Club, é descrita pelo compositor como uma “quadrilha caipira humorística”), Duas Lendas Ameríndias (baseada em dois contos em lingua nhengatú: “O Iurupari e o Menino” e “O Iurupari e o Caçador”, registrados por Barbosa Rodrigues em seu livro “Poranduba Amazonense”), Fuga (originalmente escrita para coro a quatro vozes e posteriormente orquestrada, tornando-se o 4° movimento da Bachiana Brasileira no 8) e a Bachiana Brasileira no 9 (de 1945, dedicada a Eleazar de Carvalho, em dois movimentos e escrita tanto para orquestra de cordas - a versão mais difundida - ou para coro misto a capella).

 
 
CONCERTO DE LANÇAMENTO DO CD
Calíope - Villa-Lobos - Obras corais profanas
Regência Julio Moretzsohn
Dia 27 de outubro, sábado, 17h
 
CASA FRANÇA-BRASIL 

LOCAL DO EVENTO
 
Fundado em 1990, o centro cultural localiza-se em um prédio projetado pelo arquiteto oficial da Missão Francesa, Grandjean de Montigny, e já abrigou a Praça do Comércio e a Alfândega. A Casa hoje é um pólo de difusão de cultura e referência em arte contemporânea. Este espaço pertence à Secretaria de Estado de Cultura.

 
Rua Visconde de Itaboraí, 78

Centro - Rio de Janeiro - RJ.

Telefone: (21) - 2332-5120

Ingresso R$ 2,00 (dois reais)

Programa
Lendas Ameríndias em Nhengatú (1952)
O Iurupari e o menino
O Iurupari e o caçador

Bachiana 9 (1945)
Prelúdio
Fuga
Canções do Canto Orfeônico – 2º volume:

Remeiro de São Francisco (1934) - solo Lina Mendes (soprano)
Bazzum (1936) (coro masculino)
Xangô (1935)
Estrela é Lua Nova (1933) - solo Lina Mendes (soprano)
Invocação em Defesa da Pátria (1943) (coro feminino) - solo Lina Mendes (soprano) As Costureiras (1933) (coro feminino)

Papae Curumiassú (1933) - Solo Wladimir Pinheiro (barítono)

Na Bahia tem (1926) (coro masculino)

José (1944) (coro masculino).


Calíope é um grupo vocal do estado brasileiro do Rio de Janeiro em atividade desde 1993. É considerado pela crítica especializada como um dos melhores conjuntos vocais brasileiros. Em 2002, foi vencedor do Prêmio Carlos Gomes na categoria corais e conjuntos vocais.

Calíope surgiu a partir do interesse de cantores e intrumentistas pela música dos períodos pré-barroco e barroco.
 
Desde sua formação, o grupo formado por 16 cantores e orquestra de câmara é dirigido pelo maestro e professor doutor de regência coral da Universidade do Rio de Janeiro(Unirio), Julio Moretzsohn. Em 2001, o conjunto apresentou o Oratório de Páscoa, de Johann Sebastian Bach, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
 
Em 2002, o grupo esteve em Santiago, Chile, para a realização de concerto a pedido da Embaixada do Brasil e Itamaraty. Em 2005, apresentou-se em seis cidades francesas ao integrar a programação oficial do Ano do Brasil na França. Ainda em 2005, esteve em Berlim para um concerto na embaixada brasileira a partir de apoio do Ministério das Relações Exteriores. Em 2008, o Calíope, "alma da música coral carioca", representou o Brasil no Festival de Música Barroca de Chiquitos – Bolívia, também por meio de convite da Embaixada do Brasil em La Paz. Em abril de 2009, esteve em Lisboa onde realizou dois concertos a convite de Fundação Calouste Gulbenkian.
 
Na mesma época, ainda esteve no Festival de Música Sacra de Badajoz, Espanha, por meio de convite da Sociedade Filarmônica local.

 
 
 
 
VISITE O SITE OFICIAL DO CORAL CALÍOPE
 
BASTA CLICAR NO LINK
 
 
 
 
Julio Moretzsohn - Maestro
 

Julio Moretzsohn é professor de Regência Coral e Música de Câmera da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), onde concluiu, em 2008, o Doutorado em Música na área de Estruturação da Linguagem Musical. Graduou-se em Licenciatura em Música, pela mesma Universidade e especializou-se em Regência Coral nos Seminários de Música Pro-Arte, tendo aí também participado dos Cursos Internacionais de Regência Coral com os professores Cees Rottewell (Holanda, 1985 e 1988), John Poole (Inglaterra, 1986), Martin Schmidt (Alemanha, 1987) e Erick Erickson (Suécia, 1990).

Participou como professor de Regência e Prática Coral nos II, III, IV, V e VI Festivais Internacionais de Música Colonial Brasileira e Música Antiga promovidos pelo Centro Cultural Pró-Música de Juiz de Fora, no VI FEMUSICA - Festival de Música de Campos e no Projeto SESC Pauta Contemporânea (2008) em Juazeiro do Norte e Maceió.

Desde 1993 é maestro do conjunto vocal Calíope, formado por 20 cantores profissionais. Ganhador do Prêmio Carlos Gomes em 2002, é considerado pela crítica especializada como "um de nossos melhores conjuntos vocais" (O Globo, 22 de dezembro de 1997 - Luiz Paulo Horta), e "um dos melhores em atividade no Brasil" (Jornal do Brasil, 30 de julho de 1998 - Clóvis Marques). Desde a sua criação, em 1993, o conjunto Calíope vem atuando intensamente no panorama musical brasileiro, tendo realizado também diversos concertos no exterior, com tournées pela França e Alemanha (2005) e América Latina (2001 e 2008). Em abril de 2009 o grupo se apresentará em Lisboa a convite da Fundação Calouste Gulbenkian.

Gravou 5 CDs com música coral brasileira dos séculos XVIII, XIX e XX pelos projetos do Museu da Música de Mariana (Patrocínio Petrobrás) e do Selo Rádio MEC (Patrocínio Petrobrás).


Desde 2003 rege o Coro Sinfônico do Rio de Janeiro, constituído de cantores de formação lírica, atuando junto a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica Brasileira. Com este trabalho tem colaborado com maestros do Brasil e do exterior, como Roberto Minczuk, Isaac Karabtchevsky, Roberto Tibiriçá, Ennio Morricone (Itália), Hubert Soudant (Holanda), Jerzy Semkov (EUA), Rodolfo Fischer (Chile), Yeruam Scharovsky, Luís Gustavo Petri e Roberto Duarte, Guillermo Scarabino (Argentina). Este coro tem apresentado importantes obras do repertório sinfônico. Entre as quais podemos citar: 2ª Sinfonia e 8ª Sinfonia (dos mil) de Mahler, Requiem, Missa da Coroação e Grande Missa em Dó Menor de Mozart, 13ª Sinfonia (Babi Yar) de Shostakovich, Te Deum de Bruckner, 9ª Sinfonia, Fantasia Choral e Missa Solemnis de Beethoven, A Floresta do Amazonas, Choros 10 e Suite Brasileira n. 4 de Villa-Lobos, o Messias de Haendel e On the Transmigration of Souls de John Adams, Les Noces de Igor Stravinsky e Missa Brevis de Ronaldo Miranda, Os Planetas de Gustav Holst e Nocturnes de Claude Debussy.

Moretzsohn dirige ainda, desde 1999, o projeto de educação musical: Orquestra de Vozes Meninos do Rio para as Secretarias Municipais de Educação e Culturas, formando um coral de mil crianças da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro.

Em 2010 foi convidado para a direção do Coro de Crianças da Orquestra Sinfônica Brasileira, que estreou participando da apresentação da Sinfonia n.3 de Mahler, em concertos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Auditório Cláudio Santoro (Campos do Jordão) e na Sala São Paulo.



 

21 de outubro de 2012

FILME DE "POESIA É VIDA" (EU POETA ) de ALBERTO ARAÚJO

 
 
 

 
 
Poesia é vida (Eu poeta)
 
 

A poesia é um lanoso jardim,
e suas flores fúlgidas
falam de amores aos passarinhos.
A poesia:
é goela dos viadutos,
a buzina urbana,
a linguagem em versos,
uma lança visceral que abre os caminhos.
A poesia:
é a fresta de sol em decompostas arestas,
que alimenta com suas essências e polens
as planícies dos famintos poetas.

A poesia:
é um rio acortinado de belezas
que entra pela janela do coração
e deixa na alma as suas digitais.
A poesia é vida,
uma imensidão de concretos armados
com as pontas esculpidas iguais.
Uma ilha cercada de ternura por todos
os lados.
Um cristal  fluídico.
Um lumaréu com os pulsos enfeitados.
 
 
:::

Amo a poesia,
quero sempre beber de sua fonte:
saciar-me de seus poros,
refletir seu contentamento,
meditar sua fábula,
recomeçar com seus dias,
transformar o afeto em melodia,
salmodiar sua língua,
viver plenamente sua imensidão.

Obrigado Senhor!
por ter implantado a flecha
do ser poeta em mim.

Sinto-me um pássaro,
migrando em paisagens
geometricamente sem fim.

Faz bem ao coração
viver fosforadamente assim.
 
 

By ©  Alberto Araújo.
20-10-12
 
 
 
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PS: Homenagem aos queridos poetas, todos esses seres que enfeitam com seus lindos textos a vida, a vocês meus colegas , admiráveis amigos de cada dia. - Alberto Araújo.


 
Nada melhor que esta música para florir nossos sentimentos hoje.
 

 




 
 
 
 
 
 
 

20 de outubro de 2012

NITERÓI MEU AMOR - POESIA DE ALBERTO ARAÚJO

 
 
 
 
 

 
 
NITERÓI MEU AMOR



Do alto das estrelas
surgiste tu Niterói...
o teu sorriso é um motivo de flores
sorriso que começa quando
o sol deliciosamente
desperta mil amores

Entre o mar e viadutos
as imagens são motivos
de um aceno urbano

As poesias se desenham
com sotaques indígenas
tudo
tudo em ti
é motivo de alegria

Assim a natureza
em forma geométrica se compõe
e na memória guarda-se a melodia

Niterói...
mística, côncava, gloriosa
nos quatro cantos ornamentos

Os pássaros sobrevoam
além do teu improvável
passado de museu

Niterói...
sou louco por ti
e o teu sorriso sou eu








Ponte Rio-Niterói




Forte na Praia de Boa Viagem - Niterói - RJ



Poeta Alberto Araújo - Niterói




ASSISTA AO FILME "NITERÓI MEU AMOR"


http://www.youtube.com/watch?v=PTkM6UPFTiQ





Edição de Imagens:
Shirley Araújo

Texto: Niterói meu amor