Tudo que acontece, tudo que traz conhecimento, tudo que se divulga panoramicamente e tenha valores intelectuais, morais, tradições e costumes de uma nação, é cultura. A soma das informações técnicas e suas linguagens é cultura. Aqui você vai encontrar tudo isso... Acesse este portal, e conheça o que de melhor aconteceu no meio cultural.
Um Brinde à Poesia vai atravessar a ponte e estrear no Rio. Dia 28 de agosto, às 18 horas, na Livraria do Café, no Shopping da Gávea. A partir de setembro, acontecerá toda quarta quarta-feira de cada mês, na Livraria do Café.
Relançamento do meu segundo livro Carmim, lançado recentemente, na Sala Carlos Couto - Teatro Municipal de Niterói.
Lucília Dowslley - apresentadora
"Um brinde à poesia"
Lucília Dowslley nasceu em Niterói. Fotojornalista, poeta e atriz, criou em Niterói o projeto Um Brinde à Poesia, lançado no dia 11 de junho de 1999. Em 2004, lançou o primeiro livro, Um Brinde à Poesia, com relançamento em Nova York eNova Jersey. Representou o nosso país noEncontro pela Paz e União dosPovos, no Paraguai. Ministra oficinasde teatro e criação de textos paracrianças e adultos. Acredita na Artecomo instrumento de autoconhecimentoe de conscientização paratransformação dahumanidade e emuma vida de celebração e de paz.
Fábio Pereira (musicou Chãos do Paraguai e Acorda)
Hélio Sória (musicou Cachoeira)
Cristina Lebre (foi o "Anjo" que me deu a dica da livraria)
Oscar Zinelli (ator que vem encenando poemas do Carmim no palco do MAC)
Mirian Panzer (atriz que vem interpretando poemas do Carmim no palco do MAC)
Microfone livre para poetas presentes.
No final, o tradicional Um Brinde à Poesia, com vinho, comemorando a nova estrada que se abre proporcionando um novo espaço aos poetas e admiradores da arte dos versos. A escritora e apresentadora conta, de uma forma muito especial, com os amigos poetas e músicos (prefere não citar nomes, porque são milhares).
O início é sempre muito importante! E com a presença de todos será uma linda celebração!
Carmim - livro de Lucília Dowslley
Visão
Um dia voaremos juntos pela imensidão que transcende a nossa imaginação.
Um dia toda essa emoção ocupará os espaços vazios nos unindo para sempre.
Todo este mistério entre o céu e a terra será desvendado.
Será um tempo de celebração.
E não haverá mais medo, distância, dor, solidão.
Seremos pássaros livres.
Do livro Carmim, de Lucília Dowslley.
Mais informações
Vamos brindar a poesia...
Parceria Cultural: Livraria do Café, Porção Mágica e Cais de Icaraí - vinhos finos.
Criação e Produção Geral: Lucília Dowslley (contato: 82229865)
A dupla leva ao Centro do Rio canções que falam sobre conflitos e paixões de um casal comum.
E reúne em CD músicas autorais em que cantam as delícias e as dificuldades de se viver junto nos dias de hoje.
Formado por Gustavo Sant’Anna e Nanda Marinho, o Duo Par leva ao Teatro do SESI, no centro do Rio, no próximo dia 28, um show com canções autorais que são verdadeiras crônicas do cotidiano e tratam com delicadeza das relações humanas e amorosas. A própria história da dupla daria um bom roteiro romântico: conheceram-se na escola, ainda crianças, reencontraram-se 11 anos depois pela internet, através das redes sociais, e o reencontro resultou em um duplo casamento na vida e na música.
O CD “2”, gravado no Rio de Janeiro por Wagner Ricciardi e masterizado em Nova York por Alan Silverman – responsável também por discos de Norah Jones e James Taylor -, contou também com os arranjos de guitarra de Rodrigo Nogueira e começou de forma despretensiosa. Em duas semanas, seis das dez faixas ganharam forma e, curiosamente, todas abordavam aspectos do relacionamento.
“As músicas falam da falta de tempo, da pressa, da ansiedade e de toda essa loucura da vida moderna, que faz com que abandonemos os prazeres mais sutis da relação, o olhar mais atento para o outro, a arte de seduzir e de ser seduzido. Por outro lado, o CD também fala sobre o prazer de se apaixonar, a delícia de se fazer as pazes e a capacidade do amor de se reinventar”, diz Nanda.
"Ansiedade", canção que abre o CD, fala sobre a inquietação diante da rotina, dos relacionamentos e das dificuldades do dia a dia. Na mesma linha, "Pressa" aborda a correria da vida moderna e a necessidade de se acrescentar um pouco de cor ao cinza do cotidiano.Já em "Fases", o tema é os altos e baixos dos casais que, embora se amem, sempre têm de confrontar suas tensões para chegar a um ponto de equilíbrio e superar as divergências. "Amizade" é uma homenagem a esse sentimento fraternal, que permanece vivo, mesmo em meio à luta diária por uma vida melhor.
O CD revela também surpresas cômicas como “Otário”, em que a mulher declara sua aversão a um grande amigo do marido, cantando "Quando bebe uísque fica insuportável / Fala de mulher num tom desagradável", para em seguida, no refrão, disparar: “Sei que é seu amigo, mas é chato demais!". A segunda parte traz a réplica do marido, defendendo o amigo, para, no final, contemporizar: "Tá bom amor, admito, ele é mala... então, quando ele vier aqui, escondemos o uísque!". Em “Casamento”, a dupla aborda com bom humor a resistência masculina em passar da fase do namoro ao matrimônio, dilema recorrente e comum nos relacionamentos.
A produção artística da capa do CD “2” é o que se pode chamar de “colaborativa”. A arte foi composta a partir de um concurso no Facebook, no qual os seguidores da fanpage da dupla enviaram para a designer Carol Fajardo fotos que remetiam a relacionamento. Também nasceu na web a música “Ansiedade”, que abre o CD, a partir de um poema escrito e postado na rede social pela prima da Nanda, Laís Bouhid, e musicado por Gustavo.
SERVIÇO:
28/08 - DUO PAR lança CD “2” no SESI – às 19h30min.
Gustavo Sant'Anna e Nanda Marinho (casados na vida real) que estão lançando seu primeiro CD, chamado "2". O disco foi masterizado em Nova York pelo mesmo produtor de Norah Jones e James Taylor. Flertando com a MPB e o pop, as músicas possuem arranjos e formação intimistas (voz, violão e guitarra).
O disco "2" fala sobre relacionamentos, os detalhes da vida a dois, a cumplicidade, a reinvenção do amor e a amizade.
Wanderlino Netto, Luiz Antônio Barros e Roberto Santos
composição da mesa
plateia atenta
ouve o palestrante do evento
Gilson Rangel Rolim - escritor
fez também uma homenagem a Nelson Rodrigues
leu trechos de textos do autor
sobre cinema e teatro.
Luiz Antônio Barros - professor e acadêmico
Roberto Santos - acadêmico
falou também sobre Nelson Rodrigues
foto panorâmica da escritora Gracinda Rosa
Bruno Pessanha - escritor
leu trechos de textos de Nelson Rodrigues
ASSISTA AO VÍDEO SOBRE NELSON RODRIGUES
RETIRADO DO YOU TUBE PELO FOCUS
Nelson Rodrigues
Nelson Falcão Rodriguesnasceu em Recife, 23 de agosto de 1912 e faleceu Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1980. Foi um importante dramaturgo, jornalista e escritor brasileiro, tido como o mais influente dramaturgo do Brasil.
BIOGRAFIA
Nascido no Recife, Pernambuco, mudou-se em 1916 para a cidade do Rio de Janeiro. Quando maior, trabalhou no jornal A Manhã, de propriedade de seu pai. Foi repórter policial durante longos anos, de onde acumulou uma vasta experiência para escrever suas peças a respeito da sociedade. Sua primeira peça foi A Mulher sem Pecado, que lhe deu os primeiros sinais de prestígio dentro do cenário teatral. O sucesso mesmo veio com Vestido de Noiva, que trazia, em matéria de teatro, uma renovação nunca vista nos palcos brasileiros. A consagração se seguiria com vários outros sucessos, transformando-o no grande representante da literatura teatral do seu tempo, apesar de suas peças serem tachadas muitas vezes como obscenas e imorais. Em 1962, começou a escrever crônicas esportivas, deixando transparecer toda a sua paixão por futebol. Veio a falecer em 1980, no Rio de Janeiro.
Nascido na capital de Pernambuco e quinto de quatorze irmãos, Nelson Rodrigues mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança, onde viveria por toda sua vida. Seu pai, o ex-deputado federal e jornalista Mário Rodrigues, perseguido politicamente, resolveu estabelecer-se na então capital federal em julho de 1916, empregando-se no jornal Correio da Manhã, de propriedade de Edmundo Bittencourt.
Segundo o próprio Nelson em suas Memórias, seu grande laboratório e inspiração foi a infância vivida na Zona Norte da cidade. Dos anos passados numa casa simples na rua Alegre, 135 (atual rua Almirante João Cândido Brasil), no bairro de Aldeia Campista, saíram para suas crônicas e peças teatrais as situações provocadas pela moral vigente na classe média dos primeiros anos do século XX e suas tensões morais e materiais.
Sua infância foi marcada por este clima e pela personalidade do garoto Nelson. Retraído, era um leitor compulsivo de livros românticos do século XIX. Nesta época ocorreu também para Nelson a descoberta do futebol, uma paixão que conservaria por toda a vida e que lhe marcaria o estilo literário.
Na década de 1920, Mário Rodrigues fundou o jornal A Manhã, após romper com Edmundo Bittencourt. Seria no jornal do pai que Nélson começaria sua carreira jornalística, na seção de polícia, com apenas treze anos de idade. Os relatos de crimes passionais e pactos de morte entre casais apaixonados incendiavam a imaginação do adolescente romântico, que utilizaria muitas das histórias reais que cobria em suas crônicas futuras. Neste período a família Rodrigues conseguiria atingir uma situação financeira confortável, mudando-se para o bairro de Copacabana, então um arrabalde luxuoso da orla carioca.
Nélson Rodrigues era um cronista tão perfeito que nem precisava ver o jogo. O resultado da partida, as escaramuças dos jogadores, os esquemas táticos, todas essas bobagens não passavam de detalhes secundários aos olhos do gênio. Ao Nélson Rodrigues importava a escalação do adjetivo certo na frase certa. Pouco interessava a distribuição de beques ou atacantes no retângulo verde. O relato dessas banalidades é tarefa que cabe aos “idiotas da objetividade” – estes pobres seres que só são capazes de enxergar a rala superfície dos fatos. A missão que Nélson Rodrigues outorgou a si mesmo era outra: traduzir em palavras a dimensão épica da maior paixão brasileira – o futebol. Para que, então, perder tempo com miudezas? Para que ouvir o narrador descrever o jogo na TV? Para que saber os nomes dos jogadores do Peru? Para que saber se o meio de campo do Brasil estava ou não estava inspirado?– Em futebol, o pior cego é o que só vê a bola. A mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana. “Às vezes, num córner bem ou mal batido, há um toque evidentíssimo do sobrenatural”, ele escreveu uma vez.
Nélson Rodrigues escreveu dezessete peças teatrais. Sua edição completa abrange quatro volumes, divididos segundo critérios do crítico Sábato Magaldi, que agrupou as obras de acordo com suas características, dividindo-as em três grupos: Peças psicológicas, Peças míticas e Tragédias cariocas. Assim, as peças seguem o plano de publicação:
Peças psicológicas:
A mulher sem pecado
Vestido de noiva
Valsa nº 6
Viúva, porém honesta
Anti-Nélson Rodrigues
Peças míticas Álbum de família
Anjo negro
Senhora dos Afogados
Doroteia
Tragédias Cariocas I A falecida
Perdoa-me por me traíres
Os Sete Gatinhos
Boca de ouro
Tragédias Cariocas II O beijo no asfalto
Bonitinha, mas ordinária ou Otto Lara Rezende
Toda Nudez Será Castigada
A serpente
Filmes
Baseados na obra de Nélson Rodrigues Somos dois
1950 - Direção: Milton Rodrigues
Meu destino é pecar - 1952 - Direção: Manuel Pelufo
Mulheres e milhões - 1961 - Direção: Jorge Ileli
Boca de ouro - 1963 - Direção: Nelson Pereira dos Santos
Meu nome é Pelé - 1963 - Direção: Carlos Hugo Christensen
Bonitinha mas ordinária - 1963 - Direção: J.P. de Carvalho
Asfalto selvagem - 1964 - Direção: J.B. Tanko
A falecida - 1965 - Direção: Leon Hirszman
O beijo - 1966 - Direção: Flávio Tambellini
Engraçadinha depois dos trinta - 1966 - Direção: J.B. Tanko
Toda nudez será castigada - 1973 - Direção: Arnaldo Jabor
O casamento - 1975 - Direção: Arnaldo Jabor
A dama do lotação - 1978 - Direção: Neville d'Almeida
Os sete gatinhos - 1980 - Direção: Neville d'Almeida
O beijo no asfalto - 1980 - Direção: Bruno Barreto
Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Rezende - 1981 - Direção: Braz Chediak
Perdoa-me por me traíres - 1983 - Direção: Braz Chediak
Boca de ouro - 1990 - Direção: Walter Avancini
Traição - 1998 - Direcão: Arthur Fontes, Cláudio Torres e José Henrique Fonseca
Gêmeas - 1999 - Direção: Andrucha Waddington
Vestido de noiva - 2006 - Direção de Joffre Rodrigues
Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Rezende - 2009
Frases
A coleção de pérolas rodrigueanas daria para encher uma enciclopédia. Ruy Castro organizou, para a Editora Companhia das Letras, um volume que reúne, sob o título de Flor de Obsessão, as “mil melhores frases” do homem. Se quisesse, reuniria três mil, como estas vinte:
“O brasileiro é um feriado”.
“O Brasil é um elefante geográfico. Falta-lhe, porém, um rajá, isto é, um líder que o monte”.
“Sou a maior velhice da América Latina. Já me confessei uma múmia, com todos os achaques das múmias”.
“Toda oração é linda. Duas mãos postas são sempre tocantes, ainda que rezem pelo vampiro de Dusseldorf”.
“O grande acontecimento do século foi a ascensão espantosa e fulminante do idiota”
“Na vida, o importante é fracassar”
“A Europa é uma burrice aparelhada de museus”.
“Hoje, a reportagem de polícia está mais árida do que uma paisagem lunar. O repórter mente pouco, mente cada vez menos”.
“Daqui a duzentos anos, os historiadores vão chamar este final de século de ”a mais cínica das épocas”. O cinismo escorre por toda parte, como a água das paredes infiltradas”.
“Sexo é para operário”.
“O socialismo ficará como um pesadelo humorístico da História”.
“A pior forma de solidão é a companhia de um paulista”.
“Subdesenvolvimento não se improvisa. É obra de séculos”.
“As grandes convivências estão a um milímetro do tédio”.
“Todo tímido é candidato a um crime sexual”.
“Todas as vaias são boas, inclusive as más”.
“O presidente que deixa o poder passa a ser, automaticamente, um chato”
“Não gosto de minha voz. Eu a tenho sob protesto. Há, entre mim e minha voz, uma incompatibilidade irreversível”.
“Sou um suburbano. Acho que a vida é mais profunda depois da praça Saenz Peña. O único lugar onde ainda há o suicídio por amor, onde ainda se morre e se mata por amor, é na Zona Norte”.
“O adulto não existe. O homem é um menino perene”.
Domingo dia 19 de agosto, aconteceu mais uma edição dos "ESCRITORES AO AR LIVRO" curadoria de Paulo Roberto Cecchetti, e conta com a participação de escritores e poetas principiantes e renomados de nossa cidade. Evento esse que sempre acontece aos domingos ensolarados, e como o domingo o clima estava convidativo, houve mais um encontro dos poetas e escritores. Para quem ainda não conhece, saiba que o espaço é agradável e os escritores esbanjam calores fraternais, e o amor à cultura percorrem suntuosamente em suas veias. E com grande satisfação o promoter Cecchetti recebe todos os integrantes, e mais, oferece seus petiscos e canapés deliciosos. Você que gosta de eventos cheios de atrações, e dinamismo participe dos ESCRITORES AO AR LIVRO, uma boa opção para preencher os seus dias ensolarados e na diplomacia apreciar livros literários de grandes autores fluminenses.
O Portal FOCUS esteve presente e trouxe as imagens para você que não teve a oportunidade de participar. Confira.
Paulo Roberto Cecchetti - Curador
Escritores numa intimidade fraterna
Zeneida Apolônio com Dulce e sua irmã
Gracinda Rosa - escritora
marcando presença
Escritores lêem as novidades
Leda Mendes Jorge, Maria Helena Lattini e Dilia Gouveia
Carlos Rosa Moreira e Dilia Gouveia
Robert Preis interagindo poesias com Leda Mendes Jorge
Gracinda Rosa - Escritora
Elmir dos Santos, Sandro Rebel e Robert Preis
Manoel José e Bruno Pessanha
Andrade e Sávio Soares
Luzia Velloso e Gracinda Rosa
Shirley Araújo e Luzia Velloso
Roberto Dalmo, Luiz Bodstein, Robert Preis
Cechetti, Déa, Bruno Pessanha, Sandro Rebel e Roberto Dalmo
Luiz Bodstein, Sandro Rebel e Sissa Shultiz
Antônio Soares e Sandro Rebel o escritor Antônio Soares no próximo dia 05 de setembro estará lançando o livro OUÇAM-ME, POR FAVOR! ESTOU AQUI! e outro contos ilustrados Local: No hall do Clube Central,335 - Icaraí - Niterói - RJ às 19 horas
Déa Lúcia Amaral - Cantora
e Paulo Roberto Cecchetti
em abraços fraternos
Prof. Robert Preis, Luiz Calheiros e Cecchetti
ASSISTA AO VÍDEO COM O MÚSICO
ELMIR DOS SANTOS
CANTANDO A MÚSICA
SENTIMENTAL DEMAIS
Sentimental Demais
Compositores: Evaldo Gouveia & Jair Amorim
Sentimental eu sou
Eu sou demais
Eu sei que sou assim
Porque assim ela me faz As músicas que eu
Vivo a cantar
Têm o sabor igual
Por isso é que se diz
Como ele é sentimental Romântico é sonhar
E eu sonho assim
Cantando estas canções Para quem ama igual a mim E quem achar alguém
Como eu achei
Verá que é natural
Ficar como eu fiquei
Cada vez mais Sentimental.