22 de agosto de 2012

ESCRITORES AO AR LIVRO - CURADORIA PAULO ROBERTO CECCHETTI

 







Domingo dia 19 de agosto, aconteceu mais uma edição dos "ESCRITORES AO AR LIVRO" curadoria de Paulo Roberto Cecchetti, e conta com a participação de escritores e poetas principiantes e renomados de nossa cidade. Evento esse que sempre acontece aos domingos ensolarados, e como o domingo o clima estava convidativo, houve mais um encontro dos poetas e escritores. Para quem ainda não conhece, saiba que o espaço é agradável e os escritores esbanjam calores fraternais, e o amor à cultura percorrem suntuosamente em suas veias. E com grande satisfação o promoter Cecchetti recebe todos os integrantes, e mais, oferece seus petiscos e canapés deliciosos. Você que gosta de eventos cheios de atrações, e dinamismo participe dos ESCRITORES AO AR LIVRO, uma boa opção para preencher os seus dias ensolarados e na diplomacia apreciar livros literários de grandes autores fluminenses.
 
O Portal FOCUS esteve presente e trouxe as imagens para você que não teve a oportunidade de participar. Confira.


 
Paulo Roberto Cecchetti - Curador

 
Escritores numa intimidade fraterna



Zeneida Apolônio com Dulce e sua irmã



Gracinda Rosa - escritora
marcando presença



Escritores lêem as novidades


Leda Mendes Jorge, Maria Helena Lattini e Dilia Gouveia



Carlos Rosa Moreira e Dilia Gouveia



Robert Preis interagindo poesias com Leda Mendes Jorge


Gracinda Rosa - Escritora



Elmir dos Santos, Sandro Rebel e Robert Preis


Manoel José e Bruno Pessanha


Andrade e Sávio Soares


Luzia Velloso e Gracinda Rosa


Shirley Araújo e Luzia Velloso


Roberto Dalmo, Luiz Bodstein, Robert Preis


Cechetti, Déa, Bruno Pessanha,
Sandro Rebel e Roberto Dalmo


Luiz Bodstein, Sandro Rebel e Sissa Shultiz


Antônio Soares e Sandro Rebel
o escritor
Antônio Soares no próximo dia 05 de setembro
estará lançando o livro
OUÇAM-ME, POR FAVOR! ESTOU AQUI!
e outro contos ilustrados
Local: No hall do Clube Central,335 - Icaraí - Niterói - RJ
às 19 horas



Déa Lúcia Amaral - Cantora
e Paulo Roberto Cecchetti
em abraços fraternos
 
Prof. Robert Preis, Luiz Calheiros e Cecchetti
 
 
 

ASSISTA AO VÍDEO COM O MÚSICO

ELMIR DOS SANTOS

CANTANDO A MÚSICA

SENTIMENTAL DEMAIS

 



Sentimental Demais

Compositores: Evaldo Gouveia & Jair Amorim

 

Sentimental eu sou
Eu sou demais
Eu sei que sou assim
Porque assim ela me faz

As músicas que eu
Vivo a cantar
Têm o sabor igual
Por isso é que se diz
Como ele é sentimental

Romântico é sonhar
E eu sonho assim
Cantando estas canções

Para quem ama igual a mim
E quem achar alguém
Como eu achei
Verá que é natural
Ficar como eu fiquei
Cada vez mais

Sentimental.

 

18 de agosto de 2012

NOTAS FILOSÓFICAS APRESENTA: ROMANCE COM LULU SANTOS



Lulu Santos - cantor e compositor brasileiro
Luiz Maurício Pragana dos Santos  nasceu no Rio de Janeiro, 4 de maio de 1953, simplesmente conhecido como Lulu Santos, é cantor, compositor e guitarrista brasileiro. Lulu já vendeu mais de 7 milhões de discos, no Brasil e no mundo.


Filho de pai militar, ele começou a tocar aos doze anos de idade, formando uma banda inspirada nos Beatles chamada de Cave Man. Contrariando o desejo de seu pai, de que também se tornasse militar, foge de casa antes de completar o colegial, percorrendo o Brasil com hippies. Aos dezenove anos tocava no grupo Veludo Elétrico com Fernando Gama e Paul de Castro. Um ano depois, Lulu e Lobão formam a banda Vímana, da qual saiu por não concordar com os rumos que a banda acabou seguindo. Após trabalhar como músico freelancer Lulu Santos resolveu seguir a carreira solo.
Em 1981, assinou com a gravadora WEA e assumiu o nome de Lulu Santos, gravando "Tesouros da Juventude" em parceria com o jornalista Nelson Motta. Seguiram-se outras músicas de sucesso: em 1982 "Tempos Modernos”, "O Ritmo do Momento" (1983), "O Último Romântico" (1984) (cujo arranjo musical foi fortemente influenciado por uma música de George Harrison, "Greece", do álbum Gone Troppo de 1982), "Tudo Azul" (1984) "Normal" (1985), "Lulu" (1986) e "Toda Forma de Amor" (1988).


Em 1985, Lulu participa, com êxito, do Rock in Rio e dois anos depois é premiado com o disco de platina. O cantor recusa o prêmio na cerimônia de entrega por não ter atingido o limite mínimo de vendas de 250 mil cópias. Entrou em um período de crise a seguir, quando tentou aproximar o pop com os ritmos brasileiros, através dos trabalhos Popsambalanço e Outras Levadas, Honolulu e Mondo Cane. Mas, a parceria com o DJ Memê, iniciada na sequencia, alavancou novamente sua carreira  com discos como Assim Caminha a Humanidade (1994), no qual a faixa-título se tornou tema de abertura do seriado Malhação entre 1995 e 1999. Com o gênero disco trabalhou com o produtor Marcelo Mansur em Eu e Memê, Memê e Eu (1995). Seguiram-se Anticiclone Tropical (1996), Liga Lá assumindo a produção, e o álbum foi mestrado pelo tropicalista Rogério Duprá em (1997), Calendário (1999) e o Acústico MTV (2000) em dois volumes. Em 2002 lança o disco Programa. Em 2003, foi lançado Bugalu novamente em parceria com o Dj Memê, em 2004 é lançado o MTV ao Vivo. No ano de 2005 como lançamento de seu disco, segue Letra e Música, com a turnê Popstar. Em 2007 Longplay, onde ficou 3 anos em turnê pelo Brasil e outros países, o show foi visto por mais de 5 milhões de pessoas, acompanhado de uma super banda e se utilizando do que há de mais moderno em tecnologia com paredes de led, iluminação e projeções feitas especialmente para o show, com clipes interativos. No final de 2009 flerta com o samba novamente no álbum Singular recheado de canções pop no melhor estilo que o consagrou. Em meados de 2010, em comemoração aos seus 30 anos de carreira solo, aos 20 anos da MTV Brasil e aos 10 anos da gravação do seu primeiro Acústico MTV, lulu lança o seu Acústico MTV Vol. 2.



16 de agosto de 2012

PROJETO "DATAS SIGNIFICATIVAS" ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS HOMENAGEIA JORGE AMADO



Sessão de homenagem ao centenário de nascimento de Jorge Amado dentro do Projeto Datas Significativas da Academia Niteroiense de Letras aconteceu dia 08 de agosto, e teve como palestrante o professor e acadêmico Luiz Antônio Barros. Foi uma tarde-noite recheada de informações importantes, objetivando assim no caso, o destaque ao conhecimento sobre a vida e obras de um dos maiores escritores do Brasil.
No desenvolvimento dos trabalhos o palestrante mostrou uma série  de romances, fez leituras de alguns trechos detalhados de livros do escritor.
Na oportunidade  os participantes poderam interagir na construção da palestra, lendo fragmentos de textos de livros do escritor homenageado.




O Portal Focus esteve presente e trouxe as fotos para você. Confira.

Wanderlino T. Neto - Sec. da ANL
faz a leitura do expediente do dia

Márcia Maria Pessanha - Pres. da ANL
inicia os trabalhos

Luiz Antônio Barros - palestrante
momento do início da conferência

Franci Machado Darigo - Pres. IHGN
esteve presente ao evento

Wanderlino T. Neto
resgistrando os momentos do evento
para postar no site da academia

Luis Antônio Pimentel - escritor
ouve atento a conferência



Jorge Amado - escritor
Jorge Leal Amado de Faria – nasceu em Itabuna em 10 de agosto de 1912 — e faleceu em Salvador no dia 6 de agosto de 2001. Foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos.
Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira, verdadeiros sucessos como Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra são criações suas, além de Dona Flor e Seus Dois Maridos e Tenda dos Milagres. A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em Braille e em fitas gravadas para cegos.
Amado foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho, mas, em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994 viu sua obra ser reconhecida com o Prêmio Camões.



Plateia ouve atentamente o palestrante
(personalidades visiveis na foto)
Roberto S. Kahlmeyer, Luzia Velloso
Edel Costa, Antônio Soares, Gentil, Bruno Pessanha,
Eugênio Simões, Shirley Araújo, Alberto Araújo e outros...


André Santana - poeta
ouve atentamente o palestrante







Jorge Amado - escritor
Jorge Leal Amado de Faria – nasceu em Itabuna em 10 de agosto de 1912 — e faleceu em Salvador no dia 6 de agosto de 2001. Foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos.
Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira, verdadeiros sucessos como Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra são criações suas, além de Dona Flor e Seus Dois Maridos e Tenda dos Milagres. A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em Braille e em fitas gravadas para cegos.
Amado foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho, mas, em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994 viu sua obra ser reconhecida com o Prêmio Camões.

Biografia
Existem dúvidas sobre o exato local de nascimento de Jorge Amado. Alguns biógrafos indicam que o seu nascimento deu-se na Fazenda Auricídia, à época município de Ilhéus. Mais tarde as terras da fazenda Auricídia ficaram no atual município de Itajuípe, com a emancipação do distrito ilheense de Pirangi. Entretanto, é certo que Jorge Amado foi registrado no povoado de Ferradas, pertencente a Itabuna.
No ano seguinte ao de seu nascimento, uma praga de varíola obriga a família a deixar a fazenda e se estabelecer em Ilhéus, onde viveu a maior parte da infância, que lhe serviu de inspiração para vários romances. Foi para o Rio de Janeiro, então capital da república, para estudar na Faculdade de Direito da então Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante a década de 1930, a faculdade era um polo de discussões políticas e de arte, tendo ali travado seus primeiros contatos com o movimento comunista organizado.
Foi jornalista, e envolveu-se com a política ideológica, tornando-se comunista, como muitos de sua geração. São temas constantes em suas obras os problemas e injustiças sociais, o folclore, a política, crenças e tradições, e a sensualidade do povo brasileiro, contribuindo assim para a divulgação deste aspecto do mesmo.
Suas obras são umas das mais significativas da moderna ficção brasileira, com 49 livros, propondo uma literatura voltada para as raízes nacionais. Em 1945, foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), o que lhe rendeu fortes pressões políticas. Como deputado, foi o autor da emenda que garantiu a liberdade religiosa, viu o sofrimento dos que seguiam os cultos vindos da bela África, no Ceará viu protestantes saqueados por fanáticos com uma cruz à frente, então correu atrás de assinaturas até conseguir a aprovação da sua emenda, e desde então a liberdade religiosa tornou-se lei. Também foi autor da emenda que garantia direitos autorais. Por outro lado votou com o (PCB) a favor da emenda nº 3.165, do deputado carioca Miguel Couto Filho, emenda que proibia a entrada no país de imigrantes japoneses de qualquer idade e de qualquer procedência.
Ele Foi casado com Zélia Gattai, também escritora, que o sucedeu na Academia Brasileira de Letras. Teve três filhos: João Jorge, Paloma e Eulália.
Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941 a 1942), em Paris (1948 a 1950) e em Praga (1951 a 1952). Escritor profissional, viveu exclusivamente dos direitos autorais dos seus livros. Na década de 1990, porém, viveu forte tensão e expectativa de um grande baque nas economias pessoais, com a falência do Banco Econômico, onde tinha suas economias. Não chegou porém a perder suas economias, já que o banco acabou socorrido pelo Proer, controvertido programa governamental de auxílio a instituições financeiras em dificuldades. O drama pessoal de Jorge Amado chegou a ser utilizado pelo lobby que defendia a intervenção no banco, para garantir os ativos dos seus correntistas.
Crenças
Mesmo dizendo-se materialista, era simpatizante do candomblé, religião na qual exercia o posto de honra de Obá de Xangô no Ilê Opó Afonjá, do qual muito se orgulhava. Amigos que Jorge Amado prezava no candomblé as mães-de-santo Mãe Aninha, Mãe Senhora, Mãe Menininha do Gantois, Mãe Stella de Oxóssi, Olga de Alaketu, Mãe Mirinha do Portão, Mãe Cleusa Millet, Mãe Carmem e o pai-de-santo Luís da Muriçoca. Como Érico Veríssimo e Rachel de Queiroz, é representante do modernismo regionalista (segunda geração do modernismo).
Premiações:
Recebeu no estrangeiro os seguintes prêmios: Prêmio Lênin da Paz (Moscou, 1951); Prêmio de Latinidade (Paris, 1971); Prêmio do Instituto Ítalo-Latino-Americano (Roma, 1976); Prêmio Risit d'Aur (Udine, Itália, 1984); Prêmio Moinho, Itália (1984); Prêmio Dimitrof de Literatura, Sofia — Bulgária (1986); Prêmio Pablo Neruda, Associação de Escritores Soviéticos, Moscou (1989); Prêmio Mundial Cino Del Duca da Fundação Simone e Cino Del Duca (1990); e Prêmio Camões (1995).

No Brasil: Prêmio Nacional de Romance do Instituto Nacional do Livro (1959); Prêmio Graça Aranha (1959); Prêmio Paula Brito (1959); Prêmio Jabuti (1959 e 1995); Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil (1959); Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1959); Troféu Intelectual do Ano (1970); Prêmio Fernando Chinaglia, Rio de Janeiro (1982); Prêmio Nestlé de Literatura, São Paulo (1982); Prêmio Brasília de Literatura — Conjunto de obras (1982); Prêmio Moinho Santista de Literatura (1984); Prêmio BNB de Literatura (1985).
Traduções das obras:
Jorge Amado é um dos autores brasileiros mais publicados em todo o mundo, atrás apenas de Paulo Coelho: sua obra foi editada em 55 países, e vertida para 49 idiomas e dialetos: albanês, alemão, árabe, armênio, azeri, búlgaro, catalão, chinês, coreano, croata, dinamarquês, eslovaco, esloveno, espanhol, esperanto, estoniano, finlandês, francês, galego, georgiano, grego, guarani, hebraico, holandês, húngaro, iídiche, inglês, islandês, italiano, japonês, letão, lituano, macedônio, moldávio, mongol, norueguês, persa, polonês, romeno, russo (também três em Braille), sérvio, sueco, tailandês, tcheco, turco, turcomano, ucraniano e vietnamita.
Academia Brasileira de Letras
Jorge Amado foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 6 de abril de 1961, ocupando a cadeira 23, cujo patrono é José de Alencar. De sua experiência acadêmica, bem como para retratar os casos dos imortais da ABL, escreveu Farda, fardão, camisola de dormir, numa alusão clara ao formalismo da entidade e à senilidade de seus membros, então.
Obras do autor:
 O País do Carnaval, romance (1930)
 Cacau, romance (1933)
 Suor, romance (1934)
 Jubiabá, romance (1935)
 Mar morto, romance (1936)
 Capitães da areia, romance (1937)
 A estrada do mar, poesia (1938)
 ABC de Castro Alves, biografia (1941)
 O cavaleiro da esperança, biografia (1942)
 Terras do Sem-Fim, romance (1943)
 São Jorge dos Ilhéus, romance (1944)
 Bahia de Todos os Santos, guia (1945),(Tradução francesa:"Bahia de tous les saints"),Gallimard,Paris,1979
 Seara vermelha, romance (1946)
 O amor do soldado, teatro (1947)
 O mundo da paz, viagens (1951)
 Os subterrâneos da liberdade, romance (1954)
 Gabriela, cravo e canela, romance (1958)
 A morte e a morte de Quincas Berro d'Água, romance (1961)
 Os velhos marinheiros ou o capitão de longo curso, romance (1961)
 Os pastores da noite, romance (1964)
 O Compadre de Ogum,romance (1964)
 Dona Flor e Seus Dois Maridos, romance (1966)
 Tenda dos milagres, romance (1969)
 Teresa Batista cansada de guerra, romance (1972)
 O gato Malhado e a andorinha Sinhá, historieta infanto-juvenil (1976)
 Tieta do Agreste, romance (1977)
 Farda, fardão, camisola de dormir, romance (1979)
 Do recente milagre dos pássaros, contos (1979)
 O menino grapiúna, memórias (1982)
 A bola e o goleiro, literatura infantil (1984)
 Tocaia grande, romance (1984)
 O sumiço da santa, romance (1988)
 Navegação de cabotagem, memórias (1992)
 A descoberta da América pelos turcos, romance (1994)
 O milagre dos pássaros , fábula (1997)
 Hora da Guerra, crônicas (2008).

13 de agosto de 2012

ZEZÉ MOTTA - NO MPB DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS





Série “MPB na ABL”apresenta espetáculo “Zezé Motta – 45 anos de carreira”
O espetáculo, denominado “Zezé Motta – 45 anos de carreira”, será uma homenagem à atriz e cantora que se transformou em sensação mundial ao estrelar o filme Chica da Silva, do diretor Cacá Diegues. O show terá a participação do jornalista e musicólogo Ricardo Cravo Albin, responsável por um bate-papo informal no palco, com o objetivo de dar ao público informações sobre a vida da homenageada.
O evento está programado para o dia 15 de agosto, quarta-feira, às 12h30min, no Teatro Rua Magalhães Jr., 280 lugares, na sede da ABL – Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.

Zezé Motta - atriz-cantora
Maria José Motta de Oliveira, nome de batismo de Zezé Motta, nasceu em Campos dos Goytacazes, no dia 27 de junho de 1948. Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro quando tinha dois anos de idade. Frequentou a escola do teatro Tablado. Começou a carreira de atriz em 1967, estrelando a peça Roda-viva, de Chico Buarque. Em 1969, atuou em Fígaro, fígaro, Arena canta Zumbi e A vida escrachada de Joana Martini e Baby Stompanato. Em 1972, participou de Orfeu negro e, em 1974, atuou em Godspell. A carreira de cantora teve início em 1971, em casas noturnas paulistas. De 1975 a 1979, lançou três LPs. Nos anos 1980, lançou mais três discos. Nunca conseguiu engravidar e, ao longo de sua vida, adotou cinco meninas. Participou de filmes como Vai trabalhar, vagabundo, Ouro Sangrento, Anjos da Noite, Tieta do Agreste, Chica da Silva – que a consagrou internacionalmente – e Orfeu. Em 1994, gravou a canção “O ciclo da vida”, abertura do filme O rei leão (1994). Atuou na telenovela Chica da Silva, em 1996, vinte anos depois de protagonizar o filme, no qual fez o papel de mãe de Chica, no começo, e Chica, na maturidade, no fim.
Atuando com assiduidade na televisão, no cinema e nos shows, e saudada como a mais importante atriz-cantora do país, Zezé Motta cantará alguns de seus mais importantes sucessos, incluindo as muitas homenagens musicais que lhe foram prestadas como “Magrelinha”, de Luiz Melodia, e “Eu sou Zezé”, de Rita Lee, além do tema-título do filme Chica da Silva, de Jorge Ben Jor, e do samba Senhora Liberdade, de Ney Lopes e Wilson Moreira. Segundo o musicólogo e jornalista Ricardo Cravo Albin, “Zezé Motta se transformou, graças ao carisma como atriz e à voz privilegiada como cantora, numa sensação mundial, quando estrelou o filme de Cacá Diegues, exibido em todo o mundo com sucesso”.


9 de agosto de 2012

NÉLIDA PIÑON LANÇA “LIVRO DAS HORAS”, DIA 15 DE AGOSTO, NA LIVRARIA DA TRAVESSA.



A Acadêmica Nélida Piñon, quinta ocupante da Cadeira nº 30 da ABL, eleita em 27 de julho de 1989, relembra fatos marcantes de sua vida no Livro das horas, que será lançado dia 15 de agosto, quarta-feira, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, loja 205-A), a partir das 19 horas. A escritora foi a primeira mulher a ocupar o cargo de Presidente da ABL, em 1997, por ocasião do centenário da Academia.


Nélida Pinõn - escritora

No livro, Nélida Piñon tece uma sensível biografia e fala de sua convivência com grandes escritores, no Brasil e no mundo. São memórias afetivas que emergem a partir de um turbilhão de lembranças e emoções, de acordo com os editores (Editora Record). No livro fica evidente, a cada página, que, independentemente da vivência ou da riqueza de suas lembranças, sua história de amor sempre foi uma só: com a palavra.

Nélida Pinõn - escritora

Nélida Piñon fala dos grandes escritores da época, com os quais partilhou ideias, projetos e confidências. Conta que privou da intimidade de Clarice Lispector, Gabriel García Marques, Carlos Fuentes e muitos outros. Autora de mais de 20 livros em cinco décadas, Nélida Piñon recebeu uma série de prêmios nacionais e internacionais. Além das impressões sobre amigos, retratados no livro com respeito, nessas memórias ela relembra sua participação na resistência dos intelectuais brasileiros à opressão da ditadura militar e comenta, pela primeira vez, seus sentimentos perante a volatilidade dos críticos.

Nélida Pinõn - escritora

Carioca, Nélida Piñon estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Ao longo de sua carreira, colaborou em publicações nacionais e estrangeiras, proferiu conferências em diversos países, onde foi igualmente traduzida. É catedrática da Universidade de Miami desde 1990, havendo sido escritor-visitante das universidades de Harvard, Columbia, Johns Hopkins e Georgetown. Recebeu os prêmios brasileiros Golfinho de Ouro, Mário de Andrade e Jabuti — este, de melhor romance e livro de ficção de 2005, por Vozes do deserto. E os internacionais Juan Rulfo, do México, Jorge Isaacs, da Colômbia, Rosalia de Castro, da Espanha, Gabriela Mistral, do Chile, e Menéndez Pelayo, da Espanha. Em 2005, pelo conjunto de sua obra, recebeu o importante Príncipe de Astúrias. É doctor honoris causa das universidades Poitiers, Santiago de Compostela, Rutgers, Florida Atlantic, Quebec e UNAN.

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Lançamento

15 de agosto de 2012, a partir das 19 horas.
Local: Livraria da Travessa, Shopping Leblon, loja 205 A.
Endereço: Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon.
Editora Record.
208 páginas
Preço: R$ 39,90


saber mais acesse a página no site da ABL

http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=290





CAROS AMIGOS FOCULISTAS
VAMOS PRESTIGIAR ESSE
GRANDE MOMENTO CULTURAL