15 de janeiro de 2012

PROJETO GIRO CULTURAL TUDO A PÉ - HOMENAGEIA LUIS ANTÔNIO PIMENTEL

PROJETO GIRO CULTURAL TUDO A PÉ
HOMENAGEIA LUIS ANTÔNIO PIMENTEL





Aconteceu dia 14 de janeiro de 2012, das 10 as 12 horas, a 2ª edição do Projeto Giro Cultural Tudo a Pé, que trouxe três momentos culturais de enorme relevâncias para o público presente, no primeiro grande momento a Homenagem ao Centenário de Luís Antônio Pimentel, este momento aconteceu na Calçadão da Cultura da Livraria Ideal, o segundo Teatro de Retalhos aconteceu na Rodoviária Roberto Silveira, e o terceiro grande momento Chorinho aconteceu na Sala de Cultura Leila Diniz, Todos os eventos foram bastantes apreciados pelas personalidades do mundo cultural fluminense, Acredita-se que todos que estiveram presentes com certeza sairam de lá maravilhados. O Focus esteve em todos esses grandes momentos e trouxe na íntegra as fotos para você caro foculista que não teve a oportunidade de participar. Confira todos os momentos desses grandiosos eventos e sinta-se como se você estivesse lá.




Folder Convite



O projeto Giro Cultural é uma iniciativa da Imprensa Oficial do Rio de Janeiro e do Grupo Mônaco de Cultura e tem com o apoio da Prefeitura Municipal de Niterói e do Jornal O Fluminense.




Haroldo Zagger - Presidente Imprensa Oficial




Luís Antônio Pimentel

Luís Antônio Pimentel - escritor, poeta, jornalista, professor e memorialista,  completará no próximo dia 29 de março, 100 anos de idade. Pimentel, que é apontado como um dos precursores da poesia haicai, tipicidade de poesia que o indetifica mais, é o jornalista com mais idade atuando regularmente em nosso mundo literário, para nossos olhares esbanja lucidez e vitalidade às vésperas de seu centenário natalício.



Luís Antônio Pimentel -  Nasceu em Miracema, 29 de março de 1912 - poeta, professor, jornalista e memorialista brasileiro. É membro da Academia Fluminense de Letras - AFL; Academia Niteroiense de Letras - ANL e presidente de honra no Grupo Monaco de Cultura
Tendo sido aluno bolsista em intercâmbio no Japão, residiu lá entre os anos de 1937-1942, familiarizando-se com o haicai ao ter contato com autoridades como Hagiwara Sakutarô e Takamura Kôtarô. Pimentel tem sua poesia traduzida para o inglês, o alemão, o francês, o espanhol e o sueco.

Pimentel é um dos precursores do haicai no Brasil, responsável pela divulgação deste estilo de poesia ao lado de Olga Savary e Helena Kolody. Tem parte na cunhagem definitiva do termo “haicai” em língua portuguesa quando, estudante da faculdade de filosofia da Universidade do Brasil, encaminhou a Aurélio Buarque de Holanda, por intermédio do gramático Celso Cunha, o pedido de dicionarização, evitando que o termo se dispersasse em outras transliterações como hai-cai, hai-kai, haikai, haiku, hai-ku e hokku. Com seu livro Namida no Kito, obra escrita em português no japão e traduzida para o japonês no ano de 1940, Pimentel se tornou o primeiro autor brasileiro traduzido para o japonês que se tem notícia.
O autor reconhece ter se permitido inovar o haicai ao tratar de temas tropicais, criando também o haicai erótico, o engajado politicamente e o étnico. Contudo, estas pequenas transgressões não corrompem o cânon estético inaugurado por Matsuô Bashô como a rigorosa métrica e a exigência da indicação da estação do ano (Kigo) e dos fenômenos da natureza.

Sua vasta obra literária, conta com livros como:
Contos do velho Nipon (1940), Tankas e haicais (1953),
Cem haicais eróticos e um soneto de amor nipônico (2004).

E se encontra reunida em três volumes publicados pela editora Niterói Livros, que contém o texto integral de Tankas e haicais, tal como coordenada pelo professor Nelson Eckhardt em 1953.

A obra reunida, em acurada edição crítica de três volumes, conta também com poesias compiladas inéditas até 2004, data desta edição e versões para diversas línguas, entre elas o japonês, na tradução de Yonekura Teruo.
Além da primeira biografia, assinada por Alaôr Eduardo Scisínio, a obra do poeta recebeu diversos estudos, como o escrito pelo filósofo brasileiro Roberto Kahlmeyer-Mertens, que nos últimos anos vem dedicando trabalhos sobre a produção de haicais do poeta, destacando o relevo do pensamento de Pimentel para a contemporaneidade.




Leia alguns Haikai de Pimentel





Luar na neblina.
Dentro da cabana escura,
Um ranger de redes


O vento levanta
a névoa fina do vale,
despertando a aurora.

Chove: chia a chuva
E, de chofre, o chão enxuto.
Encharca-se e se enxágua.

A onda, na bruma,
côncava, redonda, estronda.
Explodindo espuma

Predador perene,
pula o sapo-pipa e parte
o espelho do poço.

Que é um haicai?
É o cintilar das estrelas
num pingo de orvalho.

O cego pergunta:
como é o luar? E a jovem
beija-o na fronte.

Completa a ternura:
tira os espinhos da rosa,
antes de ofertá-la.

A jovem romântica
tirou todos os espinhos
do balcão florido.

Lagarta, hoje verme,
amanhã, em altos vôos,
vai sugar as flores.


Fernando Presidente da Academia Gonçalense
com livreiro Carlos Mônaco

Pimentel com a Hilda

Livros do escritor Luís Antônio Pimentel
expostos na gôndola da Livraria Ideal

Dalma Nascimento - Professora, Ativista Cultural





Sandro, Fernando e Vereador Waldeck Carneiro

O quarteto aqui são:
Fernando, Waldeck, Sandro e Gentil




Carlos Mônaco
Proprietário da Livraria Ideal. 
 Grande incentivador cultural fluminense


Alberto Araújo - Mediador do Focus
com Luís Pimentel - homenageado

Carmem Brasil - Poetisa 



Jornais e revistas
que homenagearam Pimentel
durante sua vida literária
(em primeira plano/foto grande - Jornal Literato)

Momento da entrega do diploma ao homenageado Pimentel




Momento quando o Vereador Waldeck Carneiro
entrega da Moção ao livreiro Carlos Mônaco
pelos serviços prestados em prol a cultura fluminense

Aníbal Bragança 
Vencedor do Prêmio Jabuti 2011
foi abraçar também o Pimentel 



Paulo Roberto Cecchetti, Pimentel e Cyana Leahy-Dios 

Carlos Mônaco

Exibe o quadro da Moção recebida pelos trabalhos realizados em prol a cultura fluminense concedida pela Prefeitura Municipal de Niterói. " O Focus parabeniza você Carlos Mônaco, seu ativismo cultural sempre será reconhecido".




Jornais expostos na gôndola da Livraria Ideal 

 Aníbal Bragança com Gilson Rolim

Pimentel e Cecchetti 

Carlos Mônaco, Franci Darigo, Shirley Araújo, Edel Costa
e Gilson Rolim

Márcia Pessanha, Hulda e Pimentel






Gilson Rolim com Luis Antônio Barros


Márcia Pessanha - Presidente da ANL
 e Franci Darigo - Presidente do IHGN







O poeta José Pais de Moura, não compareceu ao evento
mas deixou suas palavras tenras ao Pimentel


LEIA ABAIXO A POESIA




 Caro Alberto Araújo
Não foi possível ir no Calçadão da Cultura
abraçar meu amigo Pimentel.
Porém, sim, em pensamento. Eis:



Luís António Pimentel
Pimentel, a poesia...
Secular sua jornada.
Uma estrela luzidia,
uma jóia lapidada.

Labores à tona, emersos.
É, Pimentel um herói.
Nos envolve com seus versos...
É cunho de Niterói.

José Pais de Moura - Poeta Português-Niterói
14 de janeiro de 2012 




 

SEGUNDO MOMENTO
Teatro de Retalhos, no Terminal Rodoviário
ROBERTO SILVEIRA






Haroldo Zagger - Presiente Imprensa Oficial - Rio
(sentado/camisa azul-claro)

Cenário do Teatro de Retalhos











Carlos Mônaco







 

TERCEIRO MOMENTO

Chorinho na Sala de Cultura Leila Diniz
Com o grupo Ronaldo do Bandolim e participação especial
da flautista da Argentina - Maria Fernandes
este momento também foi memorável...
onde os artistas apresentaram
inúmeras canções de compositores renomados.


Algumas  Músicas do rico repertório

Brejeiro -(Ernesto Nazaré)
Retratos (Radamés)
Sonhando (K-Chimbinho)
Numa Seresta ( L. Americano)
Noites Cariocas ( Jacó do Bandolim)
Despertar da Montanha (E. Santos)
Valsa sem nome (Baden Powell)









Os músicos fazendo a apresentação

Ronaldo (violão)
Rogério (bandolim)
Ronaldo (cavaquinho)


Haroldo Zagger e Maria Fernandes - flautista Argentina
(em primeiro plano)
Carlos Mônaco e seu filho
(segundo plano)












Maria Fernandes - flautista da Argentina



Foto de Leila Diniz
(fotografada de baixo para cima)

Maria Fernandes
fazendo sua apresentação

Pimentel fotografando Maria Fernandes

Pimentel fotografando os músicos




EU ESTIVE LÁ E CLIQUEI TUDO...





Em sua primeira edição, o projeto cultural contou com a presença do acadêmico da ABL Arnaldo Niskier, que lançou seu livro Chip & Xepa no Calçadão da Cultura, dia 03 de dezembro de 2011, veja as imagens dos três momentos do projeto Giro Cultural tudo pé, no blog FOCUS, que esteve lá e fez toda a cobertura jornalística. Segundo informações Monaquiana o homenageado do mês de fevereiro de 2012, será o Instituto Histórico e Geográfico de Niterói - RJ - na gestão da Sra. Presidente Franci Machado Darigo. Vai ser imperdível, Aguarde...




Para ver o primeiro Giro Cultural:

basta clicar no link abaixo:


PS:
Fonte Biográfica:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Ant%C3%B4nio_Pimentel

12 de janeiro de 2012

PROJETO GIRO CULTURAL HOMENAGEIA LUÍS ANTÔNIO "PIMENTEL"



I M P E R D Í V E L...






O PROJETO GIRO CULTURAL COM ATRAÇÃO PRINCIPAL
O POETA, ESCRITOR, PROFESSOR E MEMORIALISTA
LUÍS ANTÔNIO "PIMENTEL"





Acontecerá neste sábado dia 14 de janeiro de 2012 às 10 horas, mais uma edição do Projeto Giro Cultural, e como atração principal traz o baluarte da poesia haikai brasileira.
O extraordinário escritor, poeta, jornalista, professor e memorialista Luís Antônio Pimentel  que completará, no próximo dia 29 de março, 100 anos de idade. Pimentel, que é apontado como um dos precursores da poesia haicai, tipicidade de poesia que o indetifica mais,  é o jornalista com mais idade atuando regularmente em nosso mundo literário, para nossos olhares esbanja lucidez e vitalidade às vésperas de seu centenário natalício.



Pimentel num dos eventos dos "Escritores ao Ar Livro"


O projeto Giro Cultural é uma iniciativa da Imprensa Oficial do Rio de Janeiro e do Grupo Mônaco de Cultura e tem com o apoio da Prefeitura Municipal de Niterói e do Jornal O Fluminense. Mais informações podem ser encontradas no folder/convite.






Como vemos no folder. O evento "Projeto Giro Cultural" será divido em três momentos, terá início às 10 horas,  acontecerá na Livraria Ideal, situada na Rua Visconde de Itaboraí, 222 - Centro  -Niterói- RJ. Logo após acontecerá os outros eventos citados.


Luís Antônio Pimentel - Homenageado
 e Alberto Araújo - Mediador do FOCUS



Em sua primeira edição, o projeto cultural contou com a presença do acadêmico da ABL Arnaldo Niskier, que lançou seu livro  Chip & Xepa no Calçadão da Cultura, dia 03 de dezembro de 2011, veja as imagens dos três momentos do projeto Giro Cultural tudo pé, no blog FOCUS, que esteve lá e fez toda a cobertura jornalística.


basta clicar no link abaixo:




CAROS AMIGOS FOCULISTAS VAMOS PRESTIGIAR ESSE GRANDE EVENTO, É NESTE
SÁBADO - DIA 14 DE JANEIRO DE 2012 -ÀS 10 HORAS NO CALÇADÃO DA CULTURA - NOS ENCONTRAREMOS LÁ...

APÓS IREMOS AO TERMINAL RODOVIÁRIO  E A SALA DE CULTURA LEILA DINIZ, VAI SER IMPERDÍVEL...

10 de janeiro de 2012

SALA DE CULTURA LEILA DINIZ HOMENAGEIA DINAH QUEIROZ


ATENÇÃO FOCULISTAS

I M P E R D Í V E L...

A SALA DE CULTURA LEILA DINIZ
HOMENAGEIA DINAH QUEIROZ





Dinah Silveira de Queiroz, romancista, contista e cronista, nasceu em São Paulo, SP, em 9 de novembro de 1911, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 27 de novembro de 1982. Eleita em 10 de julho de 1890 para a Cadeira n. 7, na sucessão de Pontes de Miranda, foi recebida em 7 de abril de 1981, pelo acadêmico R. Magalhães Júnior.
Filha de Alarico Silveira, advogado, homem público e autor de uma Enciclopédia brasileira, e de Dinorah Ribeiro Silveira, de quem ficou órfã muito pequena. Quem lê Floradas na serra, seu livro de estréia (1939), tem sua atenção despertada por aquela cena em que, ao morrer, um personagem, não querendo contaminar a filha pequena, despede-se dela, à distância, e pede que retirem a fita que prendia o cabelo da menina para beijá-la. A cena se passou na realidade com a escritora. Dona Dinorah veio a falecer aos vinte e poucos anos, deixando duas filhas: Helena e Dinah.
Com a morte da mãe, cada uma das irmãs foi para casa de uma parenta. Dinah foi morar com sua tia-avó Zelinda, que tanto influiria em sua formação. Datam desses tempos as temporadas na fazenda em São José do Rio Pardo, na Mogiana. Nas freqüentes visitas que o pai fazia à filha, havia sempre tempo para os livros, quando ele lia, em voz alta, as narrativas de H. G. Wells. As passagens da Guerra dos mundos causariam grande impressão no espírito da menina, assim com os escritos de Camille Flamarion a respeito de astronomia.
Dinah Silveira de Queiroz estudou no Colégio Les Oiseaux, em São Paulo, onde com a irmã Helena colaborou assiduamente no Livro de Ouro, vindo "por motivo de doença de Helena", como sempre assegurou, a ficar, afinal, com seu troféu literário de menina. Casou-se aos 19 anos com Narcélio de Queiróz, advogado e estudioso de Montaigne, que teria grande influência nas leituras da mulher e a levaria a descobrir a vocação de escritora. Teve duas filhas: Zelinda e Léa. Em 1961, a romancista enviuvou e, no ano seguinte, casou-se com o diplomata Dário Moreira de Castro Alves.
Seu primeiro trabalho literário recebeu o título de Pecado, seguido da novela A sereia verde, publicado pela Revista do Brasil, dirigida por Otávio Tarquínio de Sousa. Seu grande sucesso viria em 1939, com o romance Floradas na serra, contemplado com o Prêmio Antônio de Alcântara Machado (1940), da Academia Paulista de Letras, e transposto para o cinema em 1955. Em 1941, publicou o volume de contos A sereia verde, voltando ao romance em 1949, quando publicou Margarida la Rocque, e em 1954, com o romance A muralha, em homenagem às festas do IV Centenário da fundação de São Paulo. Ainda em 54, a Academia Brasileira de Letras lhe conferiu o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra. Em 1956, fez uma incursão no teatro com a peça bíblica O oitavo dia. No ano seguinte, publicou o volume de contos As noites do morro do encanto, que fora laureado com o Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras (1950). Em 1960, publicou outro volume de contos, Eles herdarão a terra, no qual já manifestava seu interesse pela ficção científica, que irá expressar-se melhor em Comba Malina (1969). Em ambos, prevalece a narrativa vazada dentro do chamado realismo fanático.
Em 1962 foi nomeada Adido Cultural da Embaixada do Brasil em Madri. Após o casamento com o diplomata Dário Moreira de Castro Alves, seguiu com o marido para Moscou. Permaneceu na União Soviética quase dois anos, escrevendo artigos e crônicas, que eram veiculados na Rádio Nacional, na Rádio Ministério da Educação e no Jornal do Commercio. A ausência do Brasil criou em Dinah Silveira de Queiroz a necessidade de uma contribuição à vida brasileira, à qual concorria com suas crônicas diárias, mais tarde recolhidas no livro de crônicas Café da manha (1969), e ainda em Quadrante I e Quadrante II.
De volta ao Brasil, em 1964, escreveu Os invasores, romance histórico em comemoração do IV Centenário da fundação da Cidade do Rio de Janeiro. Em 1966, partiu novamente para a Europa, fixando-se em Roma. Na capital italiana continuou a escrever crônicas e manteve um programa semanal na Rádio do Vaticano. Publicou a biografia da Princesa Isabel, A princesa dos escravos, e Verão dos infiéis, romance inspirado nas palavras do Papa Paulo VI ao falar perante a Assembléia da Organização das Nações Unidas, em 1965. Essa obra recebeu o prêmio de ficção Prefeitura do Distrito Federal em 1969, quando comemorava a escritora trinta anos de literatura.
Em novembro de 1974, iniciou a publicação do Memorial do Cristo, cujo primeiro volume se intitula Eu venho, seguido, em 1977, do segundo volume, Eu, Jesus. A eleição de Dinah Silveira de Queiroz, a segunda mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, em 1980, foi a consagração de uma escritora vinda de uma das famílias brasileiras mais voltadas às letras. Além do pai, Alarico Silveira, nela figuram os nomes de Valdomiro Silveira, um dos fundadores da nossa literatura regional; Agenor Silveira, poeta e filólogo; Helena Silveira, contista, cronista e romancista; Miroel Silveira, contista e teatrólogo; Isa Silveira Leal, novelista; Breno Silveira, tradutor; Cid Silveira, poeta; e Ênio Silveira, editor.
A escritora viveu os últimos anos em Lisboa, Portugal, onde o embaixador Dário de Castro Alves chefiava a representação diplomática do Brasil. Lá escreveu seu último romance, Guida, caríssima Guida, publicado em 1981.

Obras:

Floradas na serra, romance (1939); A sereia verde, novela e contos (1941); Margarida la Rocque, romance (1949); A muralha, romance (1954); O oitavo dia, teatro (1956); As noite do morro do encanto, contos (1957); Eles herdarão a terra, ficção científica (1960); Os invasores, romance (1965); A princesa dos escravos, biografia (1966); Verão dos infiéis, romance (1968); Comba Malina, ficção científica (1969); Café da manhã, crônicas (1969); Seleta, org. sel. e notas de Bella Jozef (1974); Eu venho, Memorial do Cristo I (1974); Eu, Jesus, Memorial do Cristo II (1977); Baía de espuma, literatura infantil (1979); Guida, caríssima Guida, romance (1981).









VAMOS LÁ PRESTIGIAR ESTE MOMENTO CULTURAL
AQUI  EM  NITERÓI- RJ

8 de janeiro de 2012

LIVROS DO ALBERTO ARAÚJO


CAROS FOCULISTAS
ENCONTRAM-SE A DISPOSIÇÃO
TODOS OS  MEUS LIVROS
(SOLOS E PARTICIPAÇÕES)
OS INTERESSADOS ENTREM
EM CONTATO COMIGO

OBRIGADO

E-mails  e telefone



ou

(21) 8335-5092

25 de dezembro de 2011

AGRADECIMENTO FOCUS - PORTAL CULTURAL

AGRADECIMENTO FOCUS - PORTAL CULTURAL




O Portal Focus,
deixa aqui
seu singelo agradecimento,
 a todos vocês.




Obrigado por tudo...



POETA ALBERTO ARAÚJO


(Para ver a mensagem basta clicar no filme)





FELIZ NATAL
QUE 2012 PRÓSPERO
A TODOS OS
FOCULISTAS